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Certa vez, um sábio fez a seguinte pergunta a um conglomerado de  sábios:

“O que pensar dos que monopolizam os bens da terra para obter o supérfluo em prejuízo dos que precisam do necessário?

E os sábios  responderam

- Eles desconhecem a lei de Deus e terão que responder pelas privações que impuseram aos outros.

O mundo em que vivemos nos propicia inúmeras facilidades que tornam nossa vida mais pratica e dinâmica, justo que as utilizemos em nosso benefício, todavia, não podemos criar  necessidades irreais para nossa existência priorizando os bens efêmeros em detrimento ao que realmente interessa -  Os valores inalienáveis da alma.

Cultivamos excessos, desenvolvemos excentricidades, damos asas ao egoísmo.

Pensamos apenas em nosso bem estar e justificamo-lo com:

-Luto  pelos meus objetivos!

Contudo, precisamos verificar se esses objetivos têm bases éticas.

Se por trás desses objetivos não está o supérfluo para nós que muitas vezes é o necessário para nosso companheiro de caminhada.

De que nos adianta viver com abundância, se o que nos sobra é exatamente o que falta na vida de outras pessoas?

De que nos adianta buscar o céu impondo o inferno a nossos irmãos?

Não seremos verdadeiramente felizes enquanto houver pessoas privadas do necessário para uma vida com dignidade.

Somos todos irmãos, imprescindível que pensemos no bem estar de nosso próximo!

A pergunta e resposta dos  sábios  nos conduzem a graves reflexões em torno de assuntos capitais para nossa jornada que se analisados com o crivo da razão e do bom senso nos levarão a descobrir os verdadeiros objetivos de nossa peregrinação terrena.

É deixando de lado o egoísmo que vamos nos despindo de futilidades e excessos que nos dão gorduras de materialidade e nos impedem de alçar vôos mais altos rumo ao infinito.

Pensemos nisso !

 Por: Wellington Balbo

Esta é a pergunta que muitas vezes escutamos, quando estamos com companheiros espíritas. Cromoterapia, cristal terapia, apometria, pirâmides e tudo mais... o que você acha?

E a resposta é sempre a mesma: - acho lindo, mas não é espiritismo!

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O pensamento é poder criador de grande intensidade. É ele que gera nossas palavras e nossas ações; com ele construímos o edifício grandioso ou miserável de nossa vida. Ele é igualmente a causa inicial de nossa elevação ou rebaixamento moral. Também é ele que prepara as grandes descobertas científicas, as maravilhas da arte, como igualmente as misérias e vergonhas da humanidade. Ele, o pensamento, funde ou destrói instituições, pessoas, impérios ou consciências.

Na verdade, somos o que pensamos ser, determinado pela força, vontade e persistência que imprimimos no pensamento. O ruim é que não temos constância naquilo que pensamos, pois passamos constante de um assunto para outro, sem fixar-nos com a seriedade que se espera num assunto que nos interessa. Raramente, por outro lado, pensamos por nós mesmos, mas refletimos e nos deixamos dominar pelos milhares de pensamentos alheios que nos rodeiam, pois pouquíssimas pessoas sabem viver dos próprios pensamentos, deixando-se conduzir por pensamentos alheios.
Porém, há que se considerar que o controle dos pensamentos (sejam nossos ou sugeridos) arrasta o controle dos atos. Ele é, pois, o diretor de nossa conduta. A mente é o espelho da vida em toda parte, pois o pensamento cria a vida que procuramos, através do reflexo de nós mesmos.

O Dr. Augusto Cury (psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor, com livros publicados em 40 países) apresenta em seu fabuloso livro Seja líder de si mesmo, uma afirmação que nos parece muito útil para o tema que estamos analisando. Diz ele: Se você deseja ser apaixonado pela vida, faça-lhe um grande favor: não seja mais tímido e passivo diante dos seus próprios ataques de raiva, irritabilidade, dos pensamentos negativos. Peça desculpas se errou. Não brigue com os outros, não os culpe, não discuta. Nossa luta é interior e silenciosa.

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Uma emissora de rádio transmitia um pronunciamento de um padre católico, que ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os Passes e a “aguinha fluidificada”, o mencionado reverendo denominou-os de “catóritas”.

E como chamar os espíritas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam-se e aos filhos na Igreja com as pompas, rituais e as cerimônias, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, fazem promessas aos santos, acendem velas, etc? De Espiritólicos?

Como muitas pessoas, eu comecei no Espiritismo apenas como freqüentador de Centro, ouvidor de palestras, tomador de passes e de água fluidificada. Depois de algum tempo, comecei a procurar uma forma de ser útil à Doutrina. Comecei a ler, a estudar e a participar mais ativamente.
Foi quando eu percebi a prática de algumas coisas meio esquisitas e que não batiam com o que eu lia na literatura espírita.

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Os dois amigos viveram situações bem extremas, para alívio de uma família e desespero de outra. Estavam sempre juntos, eram sócios inclusive.

Entendiam-se bem, respeitavam-se profundamente e no esforço comum mantinham sólida empresa que empregava muita gente, sustentando centenas de famílias. A amizade espontânea desde os bancos escolares estendeu-se depois que ambos formaram as próprias famílias; viajavam juntos nas férias, os filhos adolescentes igualmente eram amigos e as esposas participavam ativamente de nobre causa humanitária em favor de crianças com doenças terminais.

Tudo ia bem até que um acidente mudou completamente o panorama. Não que se desestabilizasse a sólida situação da empresa, mas a ocorrência trouxe imensa dor para todo o grupo familiar e mesmo para os funcionários que guardavam gratidão pelos patrões pela maneira como era conduzida a empresa.

Numa nova ala em construção, em que ambos haviam marcado uma reunião de avaliação dos projetos em andamento, um deles chegou cinco minutos depois do desabamento inesperado que vitimou fatalmente o outro amigo e sócio que se adiantou na chegada. Grande dor, desespero mesmo, inconformação.

Mas a lei se cumpria a pedido da própria consciência de ambos. Num passado não tão distante, um deles soterrou um inimigo. Apesar dos apelos do outro, que dizia: deixa para lá, não faça isso não. Fêz-se surdo e prosseguiu sua sede de vingança. Agora a lei se cumpre na reparação consciencial. O outro que tentou evitar chegou cinco minutos depois...

O mesmo raciocínio pode ser aplicado às grandes tragédias e acidentes. Uns chegam atrasados, por motivos variados, e não são vitimados; outros não escapam.  Nunca como castigo, mas sempre como conseqüência, mais cedo ou mais tarde, a lei de causa efeito sempre se cumpre, no tempo e espaço certo, providenciando as devidas e necessárias reparações conscienciais. As lesões que causamos teremos que reparar.

Por isso é melhor que observemos se nossas ações estão ou não causando prejuízos a terceiros. Quando estiverem, a vida nos trará as contas oportunamente.

Orson Peter Carrara

 

Tadeu Artur CavedemEm Itu, interior do Estado de São Paulo onde tudo tem fama de ser grande, encontramos um dos tarefeiros de Jesus, que com todo o entusiasmo e amor se dedica ao próximo, levando através da oratória, motivação e conhecimento do Evangelho de Jesus, permitindo assim que as pessoas possam reavaliar suas vidas e direcioná-las para o bem, para a fraternidade, para a caridade e para o amor.

Este orador, militante da Doutrina Espírita chama-se Tadeu Artur Cavedem.

Tadeu nasceu na cidade de Salto no dia 04 de Junho de 1955.

É casado com Marilene Ap. Rovani Cavedem e tem três filhos: Fábio de 33 anos, Fernando de 30 e Camila de 20 anos.

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