Atualidades

O dia de finados é, para muitos, importante para sua relação com seus entes queridos que morreram para a vida carnal. Para estes, orar junto ao túmulo é uma forma de dizer "te amo, sinto sua falta, não te esqueci".

O termo ideal para usarmos ao nos referirmos a essa transição, não é morte, mas desencarnação. Desencarnar significa a libertação do espírito que dá a vida mental e moral ao corpo. Essa máquina carnal, uma vez desligada, deixa seu usuário livre para outras atividades e até para usufruir, posteriormente, de outra máquina através da reencarnação.

Aquele que era o operador do corpo, espírito agora livre, continua sendo quem foi em conhecimentos, sentimentos, virtudes e imperfeições, não muda abruptamente, pois não era o corpo quem lhe dava defeitos e qualidades.

Raramente um espírito mantém-se preso ao corpo após a morte, se o faz é com grande sofrimento numa tentativa de manter o laço carnal, o que é impossível. Sejam bons ou maus, o comum é que o espírito siga adiante em busca de locais e companheiros de sua afinidade. Ir ao cemitério, portanto, para o espírito pode nada significar, uma vez que lá não reside.

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Antes de entrarmos no mérito da questão, necessário se faz a conceituação da palavra alma, para que nosso pensamento seja claro e objetivo, embasado no bom-senso kardequiano, através da magistral “Introdução ao Estudo da Doutrina dos Espíritos”, inserida em “O Livro dos Espíritos”, onde no inciso II, explica o Codificador Espírita:

“Segundo uns, a alma é o princípio da vida material orgânica. Não tem existência própria e se aniquila com a vida: é o materialismo puro”.

Com esta conceituação de alma, poderíamos dizer que as plantas, os animais e os homens teriam alma, mas incorreríamos em erro, pois com essa opinião estaríamos fazendo da alma efeito e não causa. Outra opinião seria:

“Pensam outros que a alma é o princípio da inteligência universal do qual cada ser absorve uma certa porção”.

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O termo desonestidade é empregado para descrever os atos velhacos, a corrupção, a falta de probidade, a ausência de integridade, o mentir ou ser deliberadamente falaz. O mau caráter é adverso ao decoro; é indecente; é desonrado; é escandaloso e assim vai...

A propósito, será que realmente somos honestos?

Não somos mentirosos?

Contemporizamos com a rapina, com as fraudes, a sonegação de impostos, a falcatrua.

A rigor, ser incorruptível requer disciplina. Ser honesto demanda disciplina moral e ética, fadiga para abater más tendências, diligência por não se consentir desabar na perdição das trapaças.

A desonestidade remete à fantasia instantânea de levar vantagem inescrupulosa, contudo certamente ficaremos a mercê da inevitável cobrança da consciência e não há como enganá-la. A consciência não se corrompe; nela estão assentadas as Leis de Deus, é ela que nos espicaça e traz a realidade das circunstâncias e atos que praticamos quando agindo de má fé, utilizando-nos da infeliz lei do proveito insensato.

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Um amigo, às voltas com filhos adolescentes, que ele chama de “aborrescentes”, suspirava:

– Ah! Que bom seria se a criançada dormisse no início na puberdade e despertasse na idade adulta!

Reporta-se à complexidade desse ser estranho, instável, inseguro, impertinente, ansioso por auto-afirmação, adepto fervoroso da contestação, que olha com desdém para os pais, “esses caretas, mais por fora que braço de afogado”.

E pretende ser dono de seu nariz, embora conste como dependente na declaração de renda familiar, para todos os efeitos, até mesmo quando exercita a liberdade de decidir como vai gastar a mesada.

A solução não seria pô-lo a dormir, mas ajudá-lo a despertar.

O grande problema do adolescente é justamente o fato de ser alguém que chega ao fim de longo sono, a partir de seu mergulho na carne.

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Marcos Paterra

O bullying é a violência escolar; e, diz respeito a todos os comportamentos agressivos e anti-sociais, incluindo os conflitos interpessoais, danos ao patrimônio, atos criminosos, etc. Muitas dessas situações dependem de fatores externos, cujas intervenções podem estar além da competência e capacidade das entidades de ensino e de seus funcionários.

Algumas crianças, por serem diferentes de seus colegas altos ou baixos demais, gordinhos ou muito magros, tímidos, crianças mais frágeis ou muito sensíveis, sofrem intimidações constantes. Discriminados em sala de aula, as vítimas do que hoje é conhecido como “bullying, na maioria das vezes, sofrem caladas frente ao comportamento de seus ofensores; e as consequências podem ser desastrosas: desde repetência e evasão escolar até o isolamento, depressão e, em casos extremos, suicídio e homicídio.

O comportamento violento, que causa tanta preocupação, resulta da interação entre o desenvolvimento individual e os contextos sociais, como a família, a escola e a comunidade.

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Diante de um tema  tão complexo, devemos entender que a violência é a expressão que designa um fenômeno social de comportamento deliberadamente transgressor e agressivo ocorrido em função do convívio urbano. A violência urbana tem algumas qualidades que a diferencia de outros tipos de violência; e se desencadeia em conseqüência das condições de vida e do convívio no espaço urbano. Sua manifestação mais evidente é o alto índice de criminalidade; e a mais constante é a infração dos códigos elementares de conduta civilizada.

O Brasil hoje vive  uma  turbulência  em meio   da violência onde  há policiais assassinados, civis mortos por balas perdidas, sequestros, roubos, estupros, crianças mortas brutalmente, famílias indefesas, cidadãos privados dos seus direitos de liberdade; Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana.

A sociedade brasileira deve  conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.

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