Entrevistas

Olá Adriano, desde já agradecemos pela atenção e presteza em nos responder a algumas perguntas a respeito do livro espírita “Madame Kardec” que foi recentemente lançado.

Agradeço muitíssimo a confiança em nosso livro Madame Kardec, ciente de que estamos apresentando, aos leitores do Clube do Livro Letra Espírita, uma literatura genuinamente espírita e de qualidade.

A seguir algumas perguntas formuladas por nossa equipe com base nas curiosidades dos nossos leitores sobre a obra literária em comento.

1 - Quando você tornou-se espírita e como descobriu o dom de escrever livros? Por que optou por escrever obras espíritas?

Me tornei espiritista nos anos 2000, na época da faculdade. Foi uma situação bastante inusitada, pois “desafiei” os espíritos a me transmitirem uma comunicação mediúnica na biblioteca da universidade. Daí, eu apanhei uma caneta e um pedaço de papel e me concentrei com muito ceticismo para um transe mediúnico – sem saber ao certo o que estava fazendo. Foi quando a minha mão direita (involuntariamente) começou a se movimentar e a escrever um pensamento muito diferente do meu. O acontecimento mecânico me chocou por horas. Ao sair da universidade, passei numa papelaria e comprei telas e tintas, e o ato se repetiu com muito mais intensidade. Em casa, logo me chamaram de médium e fui orientado a procurar a Federação Espírita do Estado de São Paulo. Permaneci nessa Instituição por quatro anos, fazendo os cursos de evangelização e de educação mediúnica. Minha chegada no Espiritismo foi assim: um misto de curiosidade com desafio.

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Nailton Jatobá Tenório é médico, cirurgião do aparelho digestivo e professor e coordenador do curso de medicina da Faculdade São Francisco de Barreiras – FASB.

É casado, pai de cinco filhos e uma neta, nasceu em Maceió – Alagoas e reside atualmente em Barreiras – BA.
Dr. Nailton é um dos fundadores do Lar Espírita André Luiz, onde mantêm o PSI – Programa de Saúde Integral. Seu último livro Médico de Almas lançado recentemente pela Vivaluz Editora faz parte do Clube do Livro Espírita do Instituto Chico Xavier de Itu.

1. Seu último lançamento, o livro Médico de Almas tem tido grande procura. A que você credita o sucesso deste livro e como foi para você escrevê-lo?
Os problemas de saúde se multiplicam em nosso meio com desordens físicas e psíquicas que comprometem em muito a estabilidade biopsíquica do indivíduo. Sendo assim é natural que o tema encontre eco e proporcione a procura de livros que abordem o tema. A espiritualidade sempre direcionada ao auxílio de tantos necessitados nos envia um trabalho que possibilita o entendimento do processo saúde doença de forma mais ampla e para mim como médico, trouxe elementos importantes para o entendimento de evoluções que antes não conseguia compreender e que estavam além dos meus esforços.

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Nesta entrevista concedida ao site do Instituto Chico Xavier o palestrante espírita Fabio Fadel Sper nos fala sobre o movimento espírita e a importância da divulgação espírita da atualidade e da atividade como palestrante que realiza há 15 anos. 

Fabio tem 49 anos, nasceu em Guarulhos e atualmente reside na Praia Grande. É casado, tem dois filhos e trabalha como projetista mecânico.

1- Há quanto tempo você é espírita e como conheceu o Espiritismo?
De verdade não me lembro como conheci o Espiritismo, parece que desde sempre eu já conhecia os ensinamentos da doutrina. Mesmo pertencendo a outra religião, achava entre outras coisas, muito óbvio a comunicabilidade dos espíritos, reencarnação, etc. Mas comecei a estudar há 20 anos atrás. Já li vários livros, mas escolhi nessa encarnação dedicar-me às obras de Allan Kardec.

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Certo dia, um menino de 10 anos bateu com uma colher num prato e escutou atentamente o som, que continuou a vibrar por algum tempo, parando, no entanto, quando o pequeno pôs a mão sobre o prato.

Com certeza, em muitos lugares do mundo, outros tantos garotos terão feito o mesmo e observado o fenômeno.

Mas, só um gênio como Blaise Pascal resolveu investigar o mistério e escreveu um tratado sobre o som: "Traité des sons".

Nascido aos 19 de junho de 1623, em Clermont Ferrand (Auvergne), cedo demonstrou a sua genialidade.

Uma vez, o pai o encontrou a riscar, com um pedaço de giz, "rodas e barras" no assoalho do seu quarto.

Rodas e barras eram na verdade os círculos e as linhas retas da Geometria, traduzidos na linguagem infantil.

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Por: Orson Peter Carrara

“Falhar não deve ser motivo de estagnação, mas de recomeço”


Natural de Curitiba (PR) e residente em Jundiaí (SP), Vânia Mugnato de Vasconcelos (foto) é espírita desde 1980. Assistente social, pós-graduada em RH, advogada e vinculada ao Centro Espírita João Batista, na cidade onde reside, coordena o Grupo de Pais, além de atuar como palestrante espírita. Suas respostas na presente entrevista oferecem uma visão abrangente sobre a doutrina e o movimento espírita.

Como e quando se tornou espírita?
Nascida católica, a questão religiosa sempre foi intensa em mim. Aos 12 anos de idade minha família visitou uma vizinha espírita e, embora todas as crianças estivessem interessadas em brincar, fiquei hipnotizada pela estante de livros, pois ler sempre foi um prazer. Lá encontrei a obra Lindos Casos de Chico Xavier, de Ramiro Gama, e, quanto mais eu lia, mais tinha certeza de que aquilo tudo fazia total sentido. Questionei a dona da casa sobre o que seria Espiritismo e desde então fui mergulhando cada vez na doutrina, a qual visto a camisa e amo profundamente. Sinto-me espírita, portanto, desde os 12 anos de idade.

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Nasceu Batuíra aos 19 de Março de 1839, em Portugal, na freguesia de Águas Santas, hoje integrada no conselho de Maia. Filho de humildes camponeses, tendo apenas completado a instrução primária, veio, com cerca de 11 anos de idade, para o Brasil, aportando na Guanabara a 3 de Janeiro de 1.850.

Durante três anos trabalhou no comércio da Corte. Daí passou para Campinas-SP, onde ficou por algum tempo até que se transferiu definitivamente para a capital paulista, que na ocasião deveria possuir menos de 30.000 habitantes. Aí, nos primeiros anos, foi distribuidor do "Correio Paulistano". Naquele tempo, não havia bancas de jornal nos lugares públicos. A entrega se fazia à tarde, de casa em casa, e tão somente aos assinantes.

Diligente, honesto e espírito dócil, Batuíra, como entregador de jornais, ia formando amigos e admiradores em toda parte. Parece que neste período que aprendeu a arte tipográfica, certamente nas próprias oficinas do "Correio Paulistano".
Batuíra, muito ativo, correndo daqui para acolá, foi apelidado "o batuíra", nome que o povo dava à narceja, ave pernalta, muito ligeira, de voo rápido, que frequentava os charcos na várzea formada, no atual Parque D. Pedro II, pelos transbordamentos do Rio Tamanduateí. O nome do rapazinho era ANTONIO GONÇALVES DA SILVA, mas, de então em diante, tomou para si o apelido de BATUÍRA.

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