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LIVRO DOS ESPÍRITOS
Cap. 9 – INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO

XII – Poder Oculto, Talismãs, Feiticeiros
551. Um homem mau, com o auxílio de um mau Espírito que lhe for devotado, pode fazer o mal ao seu próximo?

— Não, Deus não o permitiria.

552. Que pensar da crença no poder de enfeitiçar que certas pessoas teriam?

— Algumas pessoas têm um poder magnético muito grande, do qual podem fazer mau uso se o seu próprio Espírito for mau. Nesse caso poderão ser secundadas por maus Espíritos. Mas não acrediteis nesse pretenso poder mágico que só existe na imaginação das pessoas supersticiosas, ignorantes das verdadeiras leis da Natureza. Os fatos que citam são fatos naturais mal observados e sobretudo mal compreendidos.

553. Qual pode ser o efeito de fórmulas e práticas com as quais certas pessoas pretendem dispor da vontade dos Espíritos?

— O de as tornar ridículas, se são de boa-fé; no caso contrário, são tratantes que merecem castigo. Todas as fórmulas são charlatanices; não há nenhuma palavra sacramental, nenhum signo cabalístico, nenhum talismã que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porque eles só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais.

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Se a presença de alguém te constrange a sofrer penosa impressão de mágoa, recorda que, nas vibrações desequilibradas a te impelirem para a inquietude, jaz um "ponto morto" do sentimento reclamando-te boa vontade para que se lhe extinga a perigosa existência.

Se a ofensa recebida foi impensadamente guardada por ti nas entranhas da alma, compelindo-te à lembranças aflitivas, não olvides de que aí fizeste um "ponto morto", exigindo-te reajuste.

Se a aversão te vence a tranqüilidade, ante a voz de um companheiro que se te apresenta menos simpático, aí surpreendes um "ponto morto" do passado, esperando por teu esforço na plantação da simpatia.

Se encontras no trabalho um associado de tarefa, de cuja cooperação desejarias prescindir, à face do mal estar que te impõe, aí possuis um "ponto morto" do caminho que precisas superar com a diligência do bem.

Se alguém te penetrou a família, em condições que te atormentam, suscitando-te pensamentos de animosidade, é que a bagagem de circunstâncias que trazes de passadas reencarnações aí te oferece um "ponto morto", solicitando-te suprimi-lo com aplicações de tolerância, em auxílio a ti mesmo.

Se em teu círculo de fé surge um irmão de ideal com quem te desarmonizas, tentando-te, às vezes, a abandonar os mais preciosos deveres para com os Desígnios Superiores que te presidem a tarefa, convence-te de que aí formaste um "ponto morto", que é preciso afastar, em teus exercícios de fidelidade aos compromissos assumidos.

Ninguém na Terra permanece imune contra semelhantes núcleos de provação.

Todos trazemos do pretérito "pontos mortos" que é indispensável banir da estrada, a fim de marcharmos ao encontro do futuro, na posição de almas livres, para a abençoada missão que nos é reservada.

Amarguras, pesares, dissabores, desencantos são regiões traumatizadas de nossa alma que nos compete sanar, usando os antissépticos da bondade e do perdão, do sacrifício e da renúncia.

Estejamos vigilantes contra os "pontos mortos" do coração, preservando a saúde moral, como nos apressamos a defender o equilíbrio do corpo físico.

Rendamo-nos à serenidade e à paciência, no serviço infatigável do bem com o Cristo de Deus, porque o Mestre da Ressurreição é igualmente o Grande Médico da Vida Eterna, capaz de libertar-nos do jugo tiranizante da morte.

Pelo Espírito Scheilla. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Dizes-te pobre; entretanto, milionários de todas as procedências dar-te-iam larga fortuna por ínfima parte do tesouro de tua fé.

Dizes-te desorientado; contudo, legiões de companheiros, cujo passo a cegueira física entenebrece, comprar-te-iam por alta recompensa leve migalha da visão que te favorece, para contemplarem pequena faixa da natureza.

Dizes-te impedido de praticar o bem; todavia, multidões de pessoas algemadas aos catres da enfermidade oferecer-te-iam bolsas repletas por insignificante recurso da locomoção com que te deslocas, de maneira a se exercitarem no auxilio aos outros.

Dizes-te desanimado; sem te recordares, porém, de que vastas fileiras de mutilados estariam dispostos a adquirir, com a mais elevada quota de ouro, a riqueza de teus pés e a bênção de teus braços.

Dizes-te em provação; mas olvidas que, na triste enxovia dos manicômios, inúmeros sofredores cederiam quanto possuem para que lhes desses um pouco de equilíbrio e de lucidez.

Dizes-te impossibilitado de ajudar com a luz da palavra; no entanto, mudos incontáveis fariam sacrifícios ingentes para deter algum recurso do verbo claro que te vibra na boca.

Dizes-te desamparado; entretanto, milhões de criaturas dariam tudo o que lhes define a posse na vida para usar um corpo harmônico qual o teu, a fim de socorrerem os filhos da expiação e do sofrimento.

Por quem és, não lavres certidão de incapacidade contra ti mesmo.

Lembra-te de que um sorriso de confiança, uma prece de ternura, uma frase de bom ânimo, um gesto de solidariedade e um minuto de paz não têm preço na Terra.

Antes de censurar o irmão que traz consigo a prova esfogueante das grandes propriedades, sai de ti mesmo e auxilia o próximo que, muita vez, espera simplesmente uma palavra de entendimento e de reconforto, para transferir-se da treva à luz.

E, então, perceberás que a beneficência é o cofre que devolve patrimônios temporariamente guardados a distância das necessidades alheias, e que a caridade, lídima e pura, é amor sempre vivo, a fluir, incessante do amor de Deus.

Pelo Espírito Emmanuel

O homem comum, em todas as latitudes da Terra, guarda, habitualmente, o mesmo padrão de atividade normal.

Alimenta-se.

Veste-se.

Descansa.

Dorme.

Pensa.

Fala.

Grita.

Procria.

Indaga.

Pede.

Reclama.

Agita-se.

Em suma, consome e, muitas vezes, usurpa a vitalidade dos reinos que se lhe revelam inferiores.

É o serviço da evolução.

Para isso, concede-lhe o Senhor grande cota de tempo.

Cada semana de serviço útil, considerada em seis dias ativos, é constituída de 144 horas, das quais as criaturas mais excepcionalmente consagradas à responsabilidade gastam 48 em trabalho regular.

Nessa curiosa balança, a mente encarnada recebe um saldo de 96 horas, em seis dias, relativamente ao qual raríssimas pessoas guardam noção de consciência.

Por semelhante motivo, a sementeira, gratuita da fraternidade e da luz se reveste de especial significação para o servidor do Cristo.

Enorme saldo de tempo exige avultado serviço extra.

Em razão disso, às portas da Vida Eterna, quando a alma do aprendiz, no exame de aproveitamento além da morte, alega cansaço e se reporta aos trabalhos triviais que se desenvolveu no mundo, a palavra do Senhor sempre interrogará inquebrantável e firme: - Que fizeste de mais?

Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Não deixes que o dia se ponha sem praticares, pelo menos, uma boa ação melhorando os próprios créditos no caminho espiritual.

Vejamos algumas receitas e sugestões ao alcance de todos:

- doar um prato de alimento a quem sofre em penúria;

- entregar uma peça de roupa aos que gemem no frio;

- improvisar o conforto de uma criança menos feliz;

- promover ainda que migalha de assistência, a benefício dessa ou daquela mãe desditosa;

- oferecer um livro nobilitante;

- escrever uma página de esperança e alegria aos amigos ausentes;

- conter a irritação;

- evitar a palavra inconveniente;

- escutar, com paciência e bondade, a conversação inoportuna, no equilíbrio de quem ouve, sem elogiar a invigilância e sem condenar a inabilidade dos que falam, tocados de boa intenção;

- prestar serviço desinteressado aos enfermos;

- assegurar dois minutos de prosa consoladora aos doentes;

- cultivar o espírito de sacrifício, em favor dos outros, seja em casa ou na rua;

- plantar uma árvore proveitosa;

- acrescentar a alegria dos que fazem o bem;

- auxiliar, de algum modo, aos que procuram auxiliar;

- encaminhar parcelas de recursos amoedados, conquanto ligeiras, a irmãos em necessidade;

- articular algumas frases calmantes em hora de crise;

- usar a palavra na construção do melhor a fazer;

- remover espontaneamente um perigo na via pública.

Na base de uma boa ação por dia, terás o crédito de trezentos e sessenta e cinco boas ações por ano; se aumentares a contagem, em tempo breve, somente a Contadoria Divina conseguirá relacionar a extensão de teus bens imperecíveis e o valor de teus investimentos no erário da Vida Eterna.

Pelo Espírito Albino Teixeira. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

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