Pais e filhos - Amor em ação



Joseana estava gravemente enferma, pro­blema nos rins. Os médicos davam-lhe poucos meses. Espírita convicta, participava ativamente de um Centro Espírita, dedicando-se particularmente aos trabalhos de evangelização infan­til. Adorava crianças.

A doença impusera-lhe o afastamento da ta­refa. Sentia-se deprimida, desanimada, quase aceitando o fato de que, em breve, partiria para o Além, não obstante sua ânsia por viver. Afinal, tinha três filhos para criar e um abençoado compromisso de orientação à alma infantil.

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Inúmeros são os irmãos que rogam, em suas vinculações com os Espíritos ou com os companheiros da luta humana um pouco mais experimentados, orientação ou sugestões para a tarefa-missão de conduzir a prole.
Muitos admitem seja a lide mais difícil da vida do lar a formação dos rebentos para os trilhos do bem, da firmeza moral.


Indiscutivelmente, não constitui trabalho simples o conduzimento dos filhos com vistas ao encontra com Deus, por meio da saúde moral, por meio do amor.

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Na novela "Páginas da Vida" do ano de 2006, Nanda, morta após dar à luz Clara e Francisco, tem visitado os filhos com uma freqüência cada vez maior.

Os gêmeos vêem a mãe e até conversam com ela!  

Parece coisa de ficção.  

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Essa é uma questão bastante interessante, a do agradecimento. Curiosamente, não temos costume de agradecer. Parece que o nosso agradecimento é essa coisa formal: Obrigado, obrigado, obrigado.

E nisso, nessa única palavra, parece que já dissemos tudo. Mas o agradecimento não é bem dizer obrigado, às vezes contrafeito, às vezes aborrecido. É muito importante agradecer.

O agradecimento é dessas dádivas para com o benfeitor que engrandecem aquele que recebeu a benfeitoria. O benfeitor o faz porque faz. Mas agradecer é um gesto de reconhecimento de que as pessoas não são obrigadas a fazer para nós. Fizeram-se, algum movimento de seu coração as inspirou para que fizessem.

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Quando nós olhamos para os nossos filhos, é bom que tenhamos a percepção de que eles são nossos filhos biológicos, porque lhes demos um corpo físico. Mas, em realidade, eles são filhos de Deus como nós. Vieram para evoluir.

E, como nem sempre nós chegamos à Terra zerados com relação aos valores atormentados que acumulamos, muitos chegamos cumulados de tormentos, de angústias, de problemas trazidos de outras existências, de fobias, de crimes, que precisamos acertar com a consciência.

Nossos filhos são assim. Muitas vezes são crianças inteligentíssimas, espertas, cheias de brilho, de viço, capazes de captar rapidamente tudo quanto nós lhes ensinamos e, às vezes, coisas que não lhes ensinamos. 

Aprendemos dos bons anjos, dos Espíritos guias, é que a maior parte dos nossos filhos vem a Terra para ajustar exatamente o que lhes faltou no passado, o lado moral, o lado espiritual, o lado ético.

Quando se fala em levar os filhos para a vida religiosa, é porque cabe aos pais redimensionar a vida desses filhos, reencaminhando esses Espíritos para Deus.

Mas há um lado que relutam sempre. É o lado que se relaciona com as coisas de Deus. 

É muito comum que os filhos não queiram ir à sua Igreja, ao Centro Espírita, à Sinagoga. É muito comum que as crianças reajam. E caberá aos pais não forçá-las de modo violento, mas persuadi-las, a partir de vários recursos, para que elas passem a gostar de participar dessa vida social religiosa da família. 

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Durante muito tempo, havia a idéia de que a criança não sofria atuações de obsessores, de que era cercada de defesas naturais suficientes para impedir que isso ocorresse, como, por exemplo, a presença de seu anjo guardião, ou espírito protetor.

A prática, porém, mostrou outra realidade. Assim, muitos dos problemas apresentados na infancia, aos poucos, foram sendo identificados como presenças de espíritos perseguidores, evidenciando que processos obsessivos também atingem as crianças.

Um dos mais dolorosos capítulos da obsessão espiritual é a que acomete crianças.

A obsessão infantil, como um quadro bem estabelecido, pode manifestar-se em diferentes fases de sua vida.

A ação dessas entidades inferiores se mostra de diferentes maneiras, desde as perturbações do sono, causando pesadelos que infundem o terror noturno, tanto quanto provocando inquietação, irritação, medo, agressividade, mudança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos, perturbações de aprendizado, até suscitando idéias terríveis de maldades, suicídio, etc.

O importante é que tanto o médico, os pais e também os trabalhadores da Casa Espírita entendam que é preciso muito cuidado, em primeiro lugar, no diagnóstico do processo obsessivo.

Muitas crianças sofrem de Obsessão Espiritual. Muitas são perseguidas inclusive desde o útero materno. A literatura espírita relata inúmeros casos de obsessores que buscam causar acidentes ou trazer complicações que levem a gestante a abortar a criança.

Outras são obsediadas a partir do berço.

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