Pais e filhos - Amor em ação

Quando nós olhamos para os nossos filhos, é bom que tenhamos a percepção de que eles são nossos filhos biológicos, porque lhes demos um corpo físico. Mas, em realidade, eles são filhos de Deus como nós. Vieram para evoluir.

E, como nem sempre nós chegamos à Terra zerados com relação aos valores atormentados que acumulamos, muitos chegamos cumulados de tormentos, de angústias, de problemas trazidos de outras existências, de fobias, de crimes, que precisamos acertar com a consciência.

Nossos filhos são assim. Muitas vezes são crianças inteligentíssimas, espertas, cheias de brilho, de viço, capazes de captar rapidamente tudo quanto nós lhes ensinamos e, às vezes, coisas que não lhes ensinamos. 

Aprendemos dos bons anjos, dos Espíritos guias, é que a maior parte dos nossos filhos vem a Terra para ajustar exatamente o que lhes faltou no passado, o lado moral, o lado espiritual, o lado ético.

Quando se fala em levar os filhos para a vida religiosa, é porque cabe aos pais redimensionar a vida desses filhos, reencaminhando esses Espíritos para Deus.

Mas há um lado que relutam sempre. É o lado que se relaciona com as coisas de Deus. 

É muito comum que os filhos não queiram ir à sua Igreja, ao Centro Espírita, à Sinagoga. É muito comum que as crianças reajam. E caberá aos pais não forçá-las de modo violento, mas persuadi-las, a partir de vários recursos, para que elas passem a gostar de participar dessa vida social religiosa da família. 

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Durante muito tempo, havia a idéia de que a criança não sofria atuações de obsessores, de que era cercada de defesas naturais suficientes para impedir que isso ocorresse, como, por exemplo, a presença de seu anjo guardião, ou espírito protetor.

A prática, porém, mostrou outra realidade. Assim, muitos dos problemas apresentados na infancia, aos poucos, foram sendo identificados como presenças de espíritos perseguidores, evidenciando que processos obsessivos também atingem as crianças.

Um dos mais dolorosos capítulos da obsessão espiritual é a que acomete crianças.

A obsessão infantil, como um quadro bem estabelecido, pode manifestar-se em diferentes fases de sua vida.

A ação dessas entidades inferiores se mostra de diferentes maneiras, desde as perturbações do sono, causando pesadelos que infundem o terror noturno, tanto quanto provocando inquietação, irritação, medo, agressividade, mudança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos, perturbações de aprendizado, até suscitando idéias terríveis de maldades, suicídio, etc.

O importante é que tanto o médico, os pais e também os trabalhadores da Casa Espírita entendam que é preciso muito cuidado, em primeiro lugar, no diagnóstico do processo obsessivo.

Muitas crianças sofrem de Obsessão Espiritual. Muitas são perseguidas inclusive desde o útero materno. A literatura espírita relata inúmeros casos de obsessores que buscam causar acidentes ou trazer complicações que levem a gestante a abortar a criança.

Outras são obsediadas a partir do berço.

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“Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e as nossas ações?
A esse respeito sua influência é muito maior do que credes porque, frequentemente, são eles que vos dirigem.”
 
Questão 459 do Livro dos Espíritos – Allan Kardec
 
Somos todos suscetíveis de ser influenciados pelos espíritos, tanto os bons quantos aqueles que ainda permanecem distantes do bem. Que se dirá de nossas crianças, ainda despreparadas para enfrentar tal influência e as grandes lutas da atual existência? Em algumas situações surge o problema do domínio mais amplo dos espíritos enfermiços sobre as crianças, passando a assediá-las fortemente, levando-as a prática de ações infelizes e desequilibradas. É a obsessão que se aloja no lar causando lutas e desafios imensos para a família que terá de se empenhar em um enorme esforço de superação em busca de restabelecer a paz e a harmonia dentro de casa.
 
Irmã Vitória em seu livro Filhos do Amor no capitulo 35, expõe o problema e a forte influência obsessiva dos espíritos sobre um garoto com apenas quatro anos.

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Incontestavelmente, o lar é o melhor educandário, o mais eficiente, porque as lições aí ministradas são vivas e impressionáveis, carregadas de emoção e força.  

A família, por isso mesmo, é o conjunto de seres que se unem pela consanguinidade para um empreendimento superior, no qual são investidos valores inestimáveis que se conjugam em prol dos resultados felizes que devem ser conseguidos ao largo dos anos, graças ao relacionamento entre pais e filhos, irmãos e parentes.

Nem sempre, porém, a família é constituída por Espíritos afins, afetivos, compreensivos e fraternos. Na maioria das vezes, a família é formada para auxiliar os equivocados a se recuperarem dos erros morais, a repararem danos que foram causados em outras tentativas nas quais malograram.

Assim, pois, há famílias-bênção e famílias-provação. As primeiras são aquelas que reúnem os Espíritos que se identificam nos ideais do lar, na compreensão dos deveres, na busca do crescimento moral, beneficiando-se pela harmonia frequente e pela fraternidade habitual. As outras são caracterizadas pelos conflitos que se apresentam desde cedo, nas animosidades entre os seus membros, nas disputas alucinadas, nos conflitos contínuos, nas revoltas sem descanso.

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Pedro Valiati

Diante dos desafios da criação, é comum desvirtuarmos das reais prioridades da criação filial, em nome da segurança financeira. Filhos são espíritos, unidades inteligentes de Deus, com o objetivo de figurar pela eternidade nos prumos da felicidade.

Muitos dizem, naturalmente sob as aflições do desconhecimento, que o passado delituoso de outras vidas, é resultante das diferenças de afinidades que conduzem a desdita do presente. Estes desconhecem o poder do amor, ignoram a força da indulgência. O antagonismo atual é vencido pelo exemplo, paciência e inúmeros atos de amor, o conhecido setenta vezes sete, segundo o Mestre Jesus. Os problemas de hoje, possuem, certamente, os componentes do presente.

Nossos filhos não foram criados para os parcos anos da existência carnal. O objetivo é muito maior. É pavimentar-lhes a estrada rumo aos cimos da felicidade. Entretanto, vislumbramos ainda envolvido na manta ao nascer, o médico da mamãe ou o engenheiro do papai.  Como se a necessidade da vida fosse unicamente o alimentar de um grupo de células.

A formação profissional, obviamente importante, deve ser alcançada, porém, distante está de ser a única, em se tratando do ser eterno. Necessário investir mais na formação do ser humano, no conjunto de virtudes que qualificam o espírito em sua integralidade.

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Muitos pais desejam saber qual o momento certo para ensinar seus filhos a orar.

A criança aprende a orar ouvindo nossas orações e orando conosco. Antes mesmo que a criança compreenda as palavras da oração, é importante que você ore com ela, desenvolvendo o hábito de orarem juntos todos os dias.

Juntos, vocês podem agradecer a Jesus pela comida do bebê. Ao colocar seu filhinho no berço, faça uma oração para que ele tenha uma boa noite de sono.

Pais que agem assim não têm de se preocupar sobre quando começarão a orar com seus filhos. Além disso, têm o conforto de saber que, durante toda a vida de seus filhos, oraram por eles e com eles. Nunca é cedo demais para começar a orar com uma criança. Eis alguns exemplos para você começar:

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