Pais e filhos - Amor em ação

Nadja do Couto Valle

Ainda há um quase estranhamento ocidental diante do desapego característico do pensamento oriental, porque nossa cultura é de posse, de apego, e enquanto os budistas, por exemplo, exercitam-se no desapego, como, aliás, também fazemos nós, os espíritas, o mundo ocidental não incorpora a morte como parte da vida, pensando-se nela mais como um castigo.

Conclui-se então que devemos educar também para a morte, para a perda, o que implica mudança de percepção, de hábitos, de escala de valores.

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A conduta educacional dos pais espíritas para com os filhos adolescentes não poderá ser a mesma que se processou quando eles eram crianças. O adolescente tem a mente mais aberta, já começou o despertar dos diversos novos impulsos em seu mundo íntimo – o inconsciente profundo: o instinto sexual, os desejos amorosos, as tendências para determinado vício ou para nobre atividade, os primeiros sonhos, as fantasias nascidas da mente profunda, o sentimento de viver cada vez mais a liberdade, os complexos e frustrações provindos de vidas passadas, a vontade de imitar os mitos, heróis, líderes e atores; a atração para participar e viver o que o vasto mundo da sociedade global mais lhe chama a atenção.

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A educação é fundamental. Somos espíritos lidando com espíritos 

Morel Felipe Wilkon

Você valoriza a educação das crianças? Quer o melhor para elas? Acredita que o futuro pode ser melhor graças a elas?

Só alguém muito insensível para não se emocionar ao ver um bebê sorrindo. Mas as crianças crescem rápido, deixam de ser bebês em pouco tempo, e exigem um bocado de esforço por parte dos pais ou responsáveis por sua educação.

Esse é o ponto: educação. O que você acha que é educar uma criança? Ensinar bons modos, noções de urbanidade? Pedir por favor, com licença e dizer obrigado é importante, mas isso qualquer bandido é capaz de fazer.

Comparação ruim? Bandidos também foram bebês, provavelmente bonitos e frágeis, como são os bebês. Não é preciso compartilhar do pensamento espírita, nem ter noções de psicologia para saber que há casos excepcionais em que a educação, por melhor que tenha sido, e por mais eficiente que pudera ser com outras crianças, não consegue bons resultados sempre. Mas são exceções, não a regra.

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É bastante comum nos dias de hoje, o comentário de pais, professores e, da sociedade em geral sobre o comportamento indisciplinado de crianças e jovens de todas as faixas etárias; palavrões, brigas, desrespeito aos mais velhos, desleixo, indiferença, preguiça, teimosia, iniciação sexual precoce, gravidez na adolescência, fumo, bebida, pichações, etc., entre outros tantos exemplos que podem ser citados, que caracterizam esse comportamento inadequado que infesta nossa sociedade em todas as suas camadas, não sendo privilégio de negro, branco, rico, pobre, sexo feminino ou masculino.

Infelizmente, olhando o problema de forma neutra e raciocinada, chegaremos à triste conclusão de que nós pais somos os grandes responsáveis pelo comportamento equivocado de nossas crianças e jovens, pois eles são tão somente o reflexo de uma sociedade desordeira que ajudamos a construir, investindo tudo na formação intelectual dos nossos filhos e esquecendo-nos de que eles são antes de tudo filhos de Deus, seres eternos, trazendo consigo tendências e aptidões, que devem ser lapidadas por todos nós responsáveis perante Deus pela sua educação e aprimoramento.

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 Em diversos lugares de “O Livro dos Espíritos” e do “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Allan Kardec e os Espíritos da Codificação falam da responsabilidade dos pais pela educação dos filhos.

Na questão 208 de “O Livro dos Espíritos”, está escrito que: o Espírito dos pais tem a missão de desenvolver o dos filhos pela educação; isso é para ele uma tarefa. Se nela falhar, será culpado.

Na questão 582, lemos igualmente que este dever implica, mais do que o homem pensa, sua responsabilidade para o futuro.
Em todos os momentos em que este assunto é trazido à baila, ressalta a seriedade do compromisso espiritual assumido pelos pais e mães, de possibilitar a um Espírito a chance de encarnar naquele núcleo familiar.

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Quantos jovens ainda irão se suicidar porque não são aceitos como são?

Quantos serão espancados e mortos porque simplesmente não se identificam afetivamente com o sexo oposto?

Tempos atrás, se a garota engravidasse, era ponto comum mandá-la embora de casa, sob a alegação de que ela tinha desonrado o “bom” nome da família.

Muitos garotos foram postos porta afora, por excessiva delicadeza no falar, e por gostarem de coisas de menina.

A lista da crueldade humana é grande e seria cansativo enumerá-las.

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