Pais e filhos - Amor em ação

Não é segredo que as novas gerações de crianças que vem nascendo nos últimos 50 anos demonstram um a inteligência acima da média algumas chegam a ser consideradas com “Alta habilidade”[1] destacando-se das outras.

Hoje vivemos em uma “Era Digital” o mundo globalizado mostra que a informação e a maneira de a obter se tornaram muito rápidas , as novas gerações que hoje estão adaptadas ao computadores, telefones celulares demonstram facilidades incríveis no uso destes objetos sobre essa ótica lembramos que Kardec no último capítulo do livro A Gênese, refere-se à nova geração que viria de uma outra dimensão.

Não pretendo relacionar ou insinuar que as crianças com alta habilidade sejam “crianças índigo”[2]; o leitor que pode ou não ter essa interpretação, todavia deve-se lembrar de que o tema “Crianças índigo” foi lançado na década de 70 por Lee Carrol, Jan Tober e o Espírito de Kryon[3] que e lançam o livro “Crianças Índigo” editado pela Butterfly Editora – SP, e sobre esse “espírito” existem varias pendengas , a começar com os seguidores desse “ser” que formaram uma seita e afirmam, sem qualquer pudor, que “Kryon é o mais evoluído ser de luz a que a Terra jamais teve na acesso”. Ou seja: o ser mais puro que já apareceu na Terra não é Jesus, mas sim Kryon.

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A maldade nunca foi segredo para nós espíritas. Sabemos que o corpo físico, apesar de ter sua formação gerenciada pela combinação dos cromossomos dos seus genitores, tem sua configuração final largamente influenciada pelo perispírito, que por sua vez mantém registradas todas características psíquicas do indivíduo.

Esse efeito não se limita às predisposições da psique. Segundo pesquisadores atuais, como o canadense Ian Stevenson e o brasileiro Hernani Guimarães Andrade, até mesmo certos ferimentos adquiridos na existência anterior, principalmente quando auto-infligidos, mostram-se de diversas maneiras no veículo material que se forma providencialmente a serviço do encarnado, segundo seu merecimento e suas necessidades.

Os genitores do reencarnante, quando conscientes de que seu filho recém-nascido já possui numerosos séculos de experiências na terra, sabem que cabe a eles, como se fossem jardineiros, buscar podar o quanto seja possível das más tendências que possam detectar nos seus rebentos, no momento em que venham à tona, seja através da imposição de limites, enquanto lhes seja possível representar alguma autoridade, ou através do bom exemplo, que fala alto até mesmo às almas menos sensíveis.

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Mediunidade é faculdade humana natural pela qual se estabelecem as relações entre os homens e os Espíritos; pertence ao campo da comunicação. Natural constatá-la na criança e no jovem, pois são Espíritos em experiências no mundo material, em processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral, através dos quais serão ampliadas as suas potencialidades.

Analisando o aflorar da mediunidade em diferentes ciclos do desenvolvimento humano, o professor Herculano Pires, no livro Mediunidade, esclarece que as crianças possuem a mediunidade, por assim dizer, à flor da pele, porém são resguardadas pela influência benéfica dos espíritos protetores, que as religiões chamam de anjo da guarda. Nessa fase infantil, as manifestações, em sua maioria são mais de caráter anímico; a criança projeta a sua alma nas coisas e nos seres que a rodeiam, recebem inspirações de amigos espirituais, às vezes vêem e denunciam a presença de espíritos. Quando passam dos sete ou oito anos, integram-se melhor no condicionamento da vida terrena, desligando-se progressivamente das relações espirituais e dando mais importância às relações com os encarnados. Encerra-se o primeiro ciclo mediúnico para abrir o segundo. Considera-se então que a criança não tem mediunidade, a fase anterior é levada à conta da imaginação e da fabulação infantil.

Allan Kardec, pergunta aos Espíritos na questão 221. de O Livro dos Médiuns, nos seguintes itens:

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O surto das alienações mentais infanto-juvenil, num crescendo assustador, deve reunir-nos todos em torno do problema urgente, a fim de que sejam tomadas providências saneadoras dessa cruel pandemia.

Nas sórdidas favelas, onde os fatores criminógenos se desenvolvem com facilidade e morbidez; nos agrupamentos escolares, nos quais enxameiam os problemas de relacionamento sem ética, sem estruturação moral; nas famílias em desagregação por distonias emocionais dos pais, egoístas e arbitrários; nas ruas e praças desportivas, em razão da indiferença dos adultos e dos exemplos perniciosos por eles praticados, as drogas, o sexo, a violência, induzem crianças e jovens ao martírio da alienação mental e do suicídio.

Desamados, quanto indesejados, passam pelas avenidas do mundo esses seres desamparados, objeto de promoção de homens 44 ambiciosos e sem escrúpulos, que deles fazem bandeira de auto promoção e sensibilização das massas, esquecendo-os logo depois de atingidas as metas que perseguem.

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O período compreendido entre o parto e o retorno do corpo da mulher às condições pré-gravídicas é conhecido entre os médicos como puerpério. É nesse momento que uma série de expectativas e mitos cultivados ao longo da gravidez começam a se concretizar ou a se desfazer. Nessa fase, muitas são as novidades para os pais, principalmente se esse for seu primeiro filho. Apenas com muita paciência, amor e dedicação é que juntos, irão se adaptar a essa nova etapa da vida em família.

Três são as principais preocupações que rondam a mente das mães nos primeiros dias de vida de seu bebê. Muitas se angustiam achando que não serão capazes de cuidar do recém-nascido como acreditavam ser a melhor maneira. A imagem de mãe perfeita ou está associada com suas próprias mães ou, quando essas não foram tão carinhosas e participativas, com mães idealizadas em suas mentes.

Ao longo da gravidez, o ganho de peso e o inchaço eram tolerados, uma vez que estava gerando uma criança. Porém, após o parto, será preciso algum tempo até que retorne a forma anterior – de seis meses a um ano. Em uma sociedade onde o “corpo perfeito” é cultuado ao extremo, os quilinhos a mais adquiridos ao longo dos nove meses podem se tornar um grande incômodo.

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Percebemos que nossa sociedade, de modo geral, está passando por um momento de crise e Confusão na área dos relacionamentos humanos.

É claro que este tipo de crise existe há milhares de anos, porém, hoje, contamos com a globalização sócio-cultural e mecanismos de comunicação que agravam e espalham determinados conceitos e valores humanos deturpados com força e rapidez nunca antes alcançados em nossa coletividade planetária. 

Os programas de TV – há raras exceções – não instruem e nem educam.
Refletem a baixa sintonia espiritual que a maioria de nós ainda vive. 

Muitos pais, preocupados com a educação dos filhos, não sabem o que fazer diante do universo chamado Internet; outros, ficam perdidos quando surge uma gravidez na adolescência; existem aqueles que vivem em constante ansiedade e preocupação quando seus filhos saem às ruas, ameaçados pela violência de uma sociedade desigual; muitos procuram psicólogos ou apelam para a punição ao menor sinal de que o adolescente é usuário de drogas... enfim, o desafio em educar uma criança, hoje, se torna mesmo desanimador para muitos casais. 

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