Pais e filhos - Amor em ação

Mediunidade é faculdade humana natural pela qual se estabelecem as relações entre os homens e os Espíritos; pertence ao campo da comunicação. Natural constatá-la na criança e no jovem, pois são Espíritos em experiências no mundo material, em processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral, através dos quais serão ampliadas as suas potencialidades.

Analisando o aflorar da mediunidade em diferentes ciclos do desenvolvimento humano, o professor Herculano Pires, no livro Mediunidade, esclarece que as crianças possuem a mediunidade, por assim dizer, à flor da pele, porém são resguardadas pela influência benéfica dos espíritos protetores, que as religiões chamam de anjo da guarda. Nessa fase infantil, as manifestações, em sua maioria são mais de caráter anímico; a criança projeta a sua alma nas coisas e nos seres que a rodeiam, recebem inspirações de amigos espirituais, às vezes vêem e denunciam a presença de espíritos. Quando passam dos sete ou oito anos, integram-se melhor no condicionamento da vida terrena, desligando-se progressivamente das relações espirituais e dando mais importância às relações com os encarnados. Encerra-se o primeiro ciclo mediúnico para abrir o segundo. Considera-se então que a criança não tem mediunidade, a fase anterior é levada à conta da imaginação e da fabulação infantil.

Allan Kardec, pergunta aos Espíritos na questão 221. de O Livro dos Médiuns, nos seguintes itens:

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O surto das alienações mentais infanto-juvenil, num crescendo assustador, deve reunir-nos todos em torno do problema urgente, a fim de que sejam tomadas providências saneadoras dessa cruel pandemia.

Nas sórdidas favelas, onde os fatores criminógenos se desenvolvem com facilidade e morbidez; nos agrupamentos escolares, nos quais enxameiam os problemas de relacionamento sem ética, sem estruturação moral; nas famílias em desagregação por distonias emocionais dos pais, egoístas e arbitrários; nas ruas e praças desportivas, em razão da indiferença dos adultos e dos exemplos perniciosos por eles praticados, as drogas, o sexo, a violência, induzem crianças e jovens ao martírio da alienação mental e do suicídio.

Desamados, quanto indesejados, passam pelas avenidas do mundo esses seres desamparados, objeto de promoção de homens 44 ambiciosos e sem escrúpulos, que deles fazem bandeira de auto promoção e sensibilização das massas, esquecendo-os logo depois de atingidas as metas que perseguem.

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O período compreendido entre o parto e o retorno do corpo da mulher às condições pré-gravídicas é conhecido entre os médicos como puerpério. É nesse momento que uma série de expectativas e mitos cultivados ao longo da gravidez começam a se concretizar ou a se desfazer. Nessa fase, muitas são as novidades para os pais, principalmente se esse for seu primeiro filho. Apenas com muita paciência, amor e dedicação é que juntos, irão se adaptar a essa nova etapa da vida em família.

Três são as principais preocupações que rondam a mente das mães nos primeiros dias de vida de seu bebê. Muitas se angustiam achando que não serão capazes de cuidar do recém-nascido como acreditavam ser a melhor maneira. A imagem de mãe perfeita ou está associada com suas próprias mães ou, quando essas não foram tão carinhosas e participativas, com mães idealizadas em suas mentes.

Ao longo da gravidez, o ganho de peso e o inchaço eram tolerados, uma vez que estava gerando uma criança. Porém, após o parto, será preciso algum tempo até que retorne a forma anterior – de seis meses a um ano. Em uma sociedade onde o “corpo perfeito” é cultuado ao extremo, os quilinhos a mais adquiridos ao longo dos nove meses podem se tornar um grande incômodo.

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Percebemos que nossa sociedade, de modo geral, está passando por um momento de crise e Confusão na área dos relacionamentos humanos.

É claro que este tipo de crise existe há milhares de anos, porém, hoje, contamos com a globalização sócio-cultural e mecanismos de comunicação que agravam e espalham determinados conceitos e valores humanos deturpados com força e rapidez nunca antes alcançados em nossa coletividade planetária. 

Os programas de TV – há raras exceções – não instruem e nem educam.
Refletem a baixa sintonia espiritual que a maioria de nós ainda vive. 

Muitos pais, preocupados com a educação dos filhos, não sabem o que fazer diante do universo chamado Internet; outros, ficam perdidos quando surge uma gravidez na adolescência; existem aqueles que vivem em constante ansiedade e preocupação quando seus filhos saem às ruas, ameaçados pela violência de uma sociedade desigual; muitos procuram psicólogos ou apelam para a punição ao menor sinal de que o adolescente é usuário de drogas... enfim, o desafio em educar uma criança, hoje, se torna mesmo desanimador para muitos casais. 

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Longe de constituir-se uma doença, uma enfermidade ou um estado anormal, a adolescência é uma fase perfeitamente natural e compreensível na vida de cada indivíduo encarnado. É, sem dúvida, um importante momento para que se realize a Vontade Divina de colocá-lo na base da estruturação para o enfrentamento das situações-problemas que a vida física oferece, para, através do esforço intelectual e emocional, resolvê-las, e para desenvolver os seus potenciais no Bem, as virtudes imprescindíveis para o alcance da felicidade, intuitivamente acalentada no íntimo por todas as criaturas.

O adolescente é um Espírito imortal e preexistente, agindo no sentido de definir sua situação atual no mundo; de assumir a sua liberdade e o exercício de seu livre-arbítrio; de estabelecer o seu campo de ação na sociedade; de consolidar os laços afetivos com olhos na realidade, acordando do sonho necessário que acalentava-lhe a infância, enquanto descansava e se refazia como Espírito para o início de uma nova batalha evolutiva. Ao adolescente deve-se favorecer com a atenção, com o carinho, com o respeito, com a aceitação de sua realidade e situação.

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Adotar uma criança não gerada biologicamente traz incertezas quanto ao seu desenvolvimento, preocupações com sua educação, mas também preenche uma lacuna dos pais adotivos, lacuna essa de poder amar e conviver com uma criança. Muitos são os conflitos internos desses pais quanto à criação desse filho adotivo; contar ou não sobre a adoção; como fazer isso; quando? Porém, nenhuma dificuldade pode sobrepor-se àqueles que adotaram de coração um filho, porque o laço de afetividade pura sobrepuja qualquer angústia momentânea, que é sempre uma oportunidade de aprendermos a amar mais.

A GESTAÇÃO EMOCIONAL DO FILHO ADOTIVO
Na maioria dos casos, a decisão de adotar uma criança decorre da impossibilidade de ter filhos biológicos. Essa impossibilidade pode ser do casal, ou exclusivamente de um deles. Um filho traz a sensação de valorização, a oportunidade de produzir coisas boas, de poder trocar afeto.

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