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Biografia


“Fora da caridade não há salvação”

Era 1974, quando conheci aos poucos o Cel. Amantéa trabalhava eu como secretária no Jornal Periscópio e todas as semanas, aquele senhor, falante e convicto de suas posições, vinha até a redação no Largo do Carmo, entregar sua matéria semanal.

José Carlos Rodrigues de Arruda, diretor do jornal, concedia-lhe um espaço para que publicasse gratuitamente seus artigos sobre Doutrina Espírita, na época, pouco difundida e até mesmo hostilizada em Itu, cidade tradicionalmente católica.

O que eu ouvia daquele senhor, era para mim um assunto completamente desconhecido, mas já sentia a força com que ele expunha a Doutrina e sempre com tranquilidade, segurança, inspirando-me no mínimo, curiosidade.

Demorei muito para iniciar as leituras dos livros de Alan Kardec, mas não tenho dúvida: foi aos dezenove anos, em 1974, que a semente começou a ser plantada em meu coração. Cel. Fiori Amantéa nasceu em Taquaritinga, aos 16 de janeiro de 1908. Militar, foi transferido de Tupã, para o 2º Regimento de Obuses 105, o então quartel de Itu, em 1948, vindo com a esposa, Sra. Valéria Tabachi Amantéa e três de seus filhos, Ciro, Newton e Nelson (falecido), sendo que um deles, José do Carmo, viria mais tarde, por adoção. Segundo relatos de seu filho Ciro, ele dizia ter Fiori Marcelo Amantéa “Fora da caridade, não há salvação” 68 ITU: presenças ilustres sido alertado pelo seu “guia” que iria para uma “terra estranha”, (leia-se “estranha” no sentido de “diferente”).

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Um Comandante Determinado.

No dia 14 de junho de 1894 nasce em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Edgar Pereira Armond. De família Humilde, Armond, aos 21 anos, ingressa na Força Pública de São Paulo, onde inicia a carreira que lhe daria o um título, pelo qual é conhecido até hoje: "Comandante".

Em 1919 casa-se com Nanci de Menezes, filha do Marechal do Exército Manuel Feliz de Menezes.

Participa de vários movimentos militares, atuando nas revoluções de 1922 e 1924 onde fez parte das tropas de ocupação nas nossas fronteiras com o Paraguai e Argentina.
Em 1923 matricula-se na Escola de Farmácia e Odontologia do Estado, diplomando-se em 1926.

Com uma vida profissional plena de atividades, trabalha na construção de uma estrada de rodagem unindo as cidades de Paraibuna e São Sebastião. Mesmo enfrentando muitas dificuldades financeiras, toma a direção pessoal do empreendimento e esta atitude antecipa o progresso desta região em 40 anos, beneficiando muitas cidades.

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Amélie Gabrielle Boudet, Madame Rivail (Sra. Allan Kardec) nasceu em Thiais, cidade do menor e mais populoso Departamento francês – o Sena, aos dois do Frimário do ano IV, segundo o Calendário Republicano então vigente na França, e que corresponde a 23 de novembro de 1795.

Filha de Julien-Louis Boudet, proprietário e antigo tabelião, homem, portanto bem colocado na vida, e de Julie-Louise Seigneat de Lacombe, recebeu, na pia batismal o nome de Amélie-Gabrielle Boudet.

A menina Amélie, filha única, aliando desde cedo grande vivacidade e forte interesse pelos estudos, não foi um problema para os pais, que, a par de fina educação moral, lhe proporcionaram apurados dotes intelectuais.

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Nascida na cidade de Delfinópolis Estado de Minas Gerais, no dia 12 de agosto de 1912, e desencarnada em Sacramento, naquele mesmo Estado, no dia 10 de fevereiro de 1980.

Filha do casal José Gonçalves Novelino e Josefina de Melo Novelino, nasceu na pequena cidade de Delfinópolis, onde passou muito pouco de sua infância, pois ainda jovem ficou órfã de pai e mãe, passando a residir com um casal que lhe dispensou todo o amor e carinho.

A tarefa desenvolvida por Corina Novelino, na cidade de Sacramento, foi das mais relevantes, o que fez com que se tornasse uma das figuras mais estimadas na cidade.

Desde muito jovem revelou- se um Espírito caritativo, com profundos rasgos de desprendimento, disposto a dar tudo de si em favor dos seus semelhantes.

Com apenas vinte anos de idade, foi convidada por uma denodata seareira chamada Maria Modesto Cravo, para ajudá-la a administrar um Lar de Crianças, na cidade mineira de Uberaba. Indecisa sobre o convite procurou orientação do médium Francisco Cândido Xavier, então residente em Pedro Leopoldo. Devido ao elevado número de pessoas que procurava o médium, não conseguiu entrevistar-se com ele. Porém, grande foi a sua surpresa quando foi por ele chamada, recebendo de suas mãos bela mensagem assinada pelo Espírito de Eurípedes Barsanulfo, na qual, entre outras coisas, ele dizia: "Corina, você é minha última esperança em Sacramento".

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A Grande médium de efeito físicos Anna Prado desencarnou em 24 de abril de 1923 na cidade de Belém no estado do Pará.

A médium Anna Prado foi casada com Eurípedes Prado, um guarda-livros da firma Albuquerque & Cia., de Belém do Pará.

A senhora Anna Prado foi uma extraordinária médium que possibilitou a realização de não menos extraordinários fenômenos de materialização em Belém do Pará. As sessões aconteciam na residência da família, sendo a filha do casal, Antonina Prado, médium psicografa.
Pioneira da prática de efeitos físicos no país, Anna Prado foi uma das maiores colaboradoras do escritor espírita Raymundo Nogueira de Faria, para a preparação de sua obra "O Trabalho dos Mortos", publicada em 1921. A obra detalha os fenômenos de efeitos físicos de materialização dos espíritos nos quais Anna Prado era o agente mediúnico, sendo ilustrada por fotografias de autoria do maestro Ettore Bosio.

Durante os anos de 1918 e 1921, uma gama de surpreendentes fenômenos sacudiram o Brasil, e, especialmente, a cidade de Belém do Pará.

As primeiras manifestações tiveram lugar em 12 de junho de 1918. Num fenômeno de transporte, os Espíritos fizeram aparecer, sob pequena mesa situada na sala devidamente fechada, uma bela flor, que, de forma poética, simbolizava a avalanche de prodigiosas comprovações da imortalidade da alma que aquele pequeno grupo assistiria ao longo de três anos.

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Leopoldo Machado Barbosa nasceu no dia 30 de setembro de 1891, no Arraial de  Cepa Forte, hoje conhecido como Ladeira, no Estado da Bahia.  

Jornalista, escritor, polemista, professor, poeta, compositor, orador, deixou escrito o  total de 27 livros, nos gêneros poesia, teatro, conto, estudos doutrinários, biografias, entre os quais somente seis não espíritas. Este fato é muito relevante, de vez que Leopoldo frequentou a escola primária por pouco tempo, educando-se pelo esforço próprio e vontade de aprender.

Sua extensa e rica bibliografia valeu-lhe a cadeira número 01 da Academia  Iguaçuana de Letras. "O Espiritismo É Obra De Educação", "Para Frente e para o Alto" e  "Uma Grande Vida" (Biografia de Caibar Schutel) são alguns dos exemplos de obras suas.   Além de criar o que atualmente se conhece como mocidades espíritas, instituiu também as escolas de evangelização Infanto-Juvenil. Foi Leopoldo Machado um grande  líder espírita e um grande incentivador da participação dos jovens nas atividades espíritas, fundando ele próprio a Mocidade Espírita de Iguaçu, a segunda mais antiga do Brasil.  

Casou-se no dia 31 de dezembro de 1927 com uma professora, Marília Ferraz de  Almeida, que exerceu uma grande influência em sua vida.

Em 1929, o "Criador de Mocidades Espíritas" mudou-se para a cidade de Nova Iguaçu, no Estado do Rio de Janeiro, onde participou, com a colaboração de Marília e vários companheiros, da fundação do Centro Espírita "Fé, Esperança e Caridade".

Como seu mais atuante presidente, edificou o Albergue Noturno "Allan Kardec" e,  posteriormente, o "Lar de Jesus", destinado a meninas órfãs e abandonadas, além da Escola de Alfabetização "João Batista".

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Francisco Leite de Bittencourt Sampaio nasceu em Laranjeiras (SE) dia 11 de fevereiro de 1834 e desencarnou no Rio de Janeiro a 10 de outubro de 1895.

Foi jurisconsulto, magistrado, político, alto funcionário público, jornalista, literato, renomado poeta lírico e excelente médium espírita.

Militante na política, filiou-se ao partido liberal. Foi eleito deputado para a Assembléia Geral Legislativa nas legislaturas 1864-1866 e 1867-1870. Neste último período foi Presidente do Espírito Santo, nomeado por carta imperial.

Em 1870 abraçou as idéias republicanas. Com Saldanha da Gama, Quintino Bocaiúva e outros assinou o célebre manifesto de 03 de dezembro de 1870, importantíssimo documento histórico. Foi um dos fundadores do Partido Republicano.

Jornalista, colaborou em diversos órgãos de imprensa no Rio e em S. Paulo. Não só era reputado pelo brilho de seus artigos mas também grandemente respeitado pela elevação, sinceridade e firmeza com que sustentava e defendia os seus ideais.

Foi o primeiro administrador da biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

Autor de diversas obras em prosa e verso, foi considerado por Sylvio Romero e João Ribeiro o primeiro dos autores líricos brasileiros, logo depois de Gonçalves Dias.

Entre suas obras merece destaque "A Divina Epopéia de João Evangelista". Trata-se de uma reprodução do Evangelho de João, em versos decassílabos, de rara beleza e grandiosidade.

Como espírita, desenvolveu sua mediunidade de receitista no "Grupo Confúcio", no Rio de Janeiro.

Em 1876 fundou a "Sociedade de Estudos Espíritas Deus, Cristo e Caridade".

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1835 – 1909 

Notável escritora, oradora, intelectual e polemista, congnominada, por aqueles que a conheceram e a admiraram, como a "Poetisa das Violetas"; encarnou em Sevilha, Espanha, no dia 10 de novembro de 1835; desencarnou, com 73 anos de idade, em 29 de Abril de 1909, a uma hora da madrugada, uma quarta-feira.

O personativo correto de Amalia é Amalia Domingo y Soler; é com "Y", sustentava Teixeira de Paula, e não como se vê em alguns autores, quer nacionais, quer estrangeiros: Amalia Domingo Soler; e não obstante, ela mesma, assim assine.

Grande dama e paladina do movimento espírita ibero-americano, Amalia Domingo Y Soler se fez muito admirada no Brasil, através da obra "Fragmentos das Memórias do Padre Germano".

Quase cega desde o berço, conseguiu, não obstante, com o seu denodo e a sua pena, elevar o nome do Espiritismo e da mulher espírita na Espanha. A propósito, relata em carta a nós dirigida o Arquiteto Pirondi, que o jornal espírita, "Flama Espírita", publicação do Centro Barcelonês de Cultura Espírita, publicou que Amalia ficou cega oito dias após o seu nascimento e que foi curada, após 3 meses de tentativas da medicina, por um modesto farmacêutico. Mas, seus problemas com a vista continuaram.

Começou a escrever com apenas 10 anos de idade e aos dezoito publicou as suas primeiras poesias.

Amalia não conheceu o afeto paterno. Seu pai, que partira para uma viagem, não voltou mais. Órfã de mãe aos 25 anos, ficou só no mundo.

Seu contato com o Espiritismo deve-se a um médico, que a possibilitou ler "El Critério", um periódico espírita publicado pela Federação Espírita Espanhola, e para o qual - também nos lembrou o Arquiteto Cícero Pirondi - enviou uma poesia, em 1872, e, na sua edição de nº 9, publicou o artigo "El Espiritismo es la Verdad".

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Com o respeitável nome de Erasto, cujas comunicações traziam sempre o "cunho incontestável de profundeza e lógica", como disse o próprio Codificador, encontramos duas personalidades, em momentos diferentes da História da Humanidade. 

A primeira, afirmativa do próprio Codificador, é de que ele seria discípulo de Paulo de Tarso (O livro dos médiuns, cap. V, item 98). A afirmativa tem procedência.

Na segunda epístola a Timóteo, escrita quando prisioneiro em Roma, relata o Apóstolo dos Gentios: "Erasto ficou em Corinto." ( IV,20). Segundo consta na epístola aos Romanos, na saudação final, este mesmo Erasto tinha cargo na cidade, pois se encontra no cap. 16, vers. 23: "Saúda-vos Erasto, tesoureiro da cidade".

Em Atos dos Apóstolos (XIX,22) lemos que Paulo enviou à Macedônia "...dois dos que lhe assistiam, Timóteo e Erasto..." , enquanto ele próprio, Paulo, permaneceu na Ásia. Interessante observar a proximidade dos dois discípulos de Paulo, pois em O Livro dos Médiuns, cap. XIX, encontramos longa mensagem assinada por ambos, a respeito do papel do médium nas comunicações (item 225). Juntos no século I da era
cristã, juntos na tarefa da Codificação. 

Ainda em O livro dos médiuns são de sua lavra os itens 98, cap. V, algumas respostas a perguntas constantes no item 99, itens 196 e 197 do cap. XVI, itens 230 do cap. XX, onde se encontra a célebre frase: "Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea." Finalmente, na comunicação de nº XXVII.

Em O Evangelho segundo o espiritismo, lê-se várias mensagens assinadas por  Erasto. A primeira se encontra no cap. I, item 11, a segunda no cap. XX, item 4 e se intitula: Missão dos espíritas, trazendo a assinatura de Erasto, anjo da guarda do médium, aditando oportunamente o Codificador de que o médium seria o sr. d'Ambel. 

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1884 – 1969

Nascido em 9 de setembro de 1884, doutor Carlos Imbassahy enfrentou galhardamente a passagem do século vivendo até 1969, quando desencarnou antes de completar seus 85 anos de existência bem vivida.

Em 1901 era um jovem advogado que militava nos meios forenses, tendo sido nomeado por concurso público Promotor Público na comarca de Andaraí, uma cidade interiorana do seu estado natal, a Bahia.

A vida forense não lhe sorriu e, como conta, no livro Memórias Pitorescas do Meu Pai, o doutor Imbassahy se deparou com um Juiz ciumento, achando que todos cobiçavam sua distinta consorte (ou sem sorte) e mais os políticos da região, todos armados e determinando a conduta dos demais.

Não podendo cumprir sua função, foi obrigado a largar a magistratura, vindo para o Rio de Janeiro, onde, ainda por concurso, ingressou na carreira de Estatístico do Ministério da Fazenda.

Foi aí que conheceu Amaral Ornelas, o grande poeta espírita, com o qual fez amizade e teve seus primeiros contatos com o estudo doutrinário.

Não vamos repetir aqui o que o livro de suas memórias, já citado, narra.

Por esta época, já dedicado à literatura, havia escrito seu primeiro romance, intitulado "Leviana" e que era um pouco da sua própria história com a fantasia do literato, juntado outros fatos ao enredo, a fim de criar a trama romântica.

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1904 – 1988

Inácio Ferreira de Oliveira nasceu em Uberaba em 15 de abril de 1904.

Filho de Jacinto Ferreira de Oliveira e de Maria Lucas de Oliveira, foi casado com Aparecida Valicenti Ferreira

e não teve filhos.

Dr. Inácio, grande amigo não só do médium Chico Xavier, formou-se pela Universidade Federal do Rio de

Janeiro, então Universidade do Brasil, clinicando na terra natal.

Observou, sem idéia preconcebida, os diferentes fatos neuropsíquicos relacionados com os enfermos internados no Sanatório Espírita de Uberaba, do qual seria diretor-clínico por mais de cinco décadas, tendo verificado a eficácia da terapia espírita para a cura de distúrbios mentais e obsessivos. Nesse trabalho, a notável médium Maria Modesto Cravo (mais conhecida como dona Modesta), o competente enfermeiro-chefe, sr. Manoel Roberto da Silva, além de outros cooperadores, lhe foram de inestimável valia.

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