Gente que faz e acontece

Eu sou Wesley Marlon Eto Willi e gostaria da compartilhar um pouco da minha experiência de vida!

Tudo começou quando me tiraram da minha mãe... Desse dia em diante eu sabia que minha vida não seria a mesma, pois eu sabia que iria viver em um lugar estranho sem ela.

Quando caiu a ficha da minha irmã mais velha, que nós nunca mais iríamos ter a mesma vida que tínhamos com nossa mãe, ela jurou que não iria deixar nada de ruim acontecer com a gente, que nunca iríamos nos separar!

Durante quatro anos eu acreditei nisso, até que minha irmã mais nova foi adotada.

Desse momento em diante eu percebi que nunca iríamos viver juntos como uma família pois um dia iríamos no separar. Mas sabíamos que sempre seriamos irmãos, independentemente do que acontecesse com a gente.

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A senhora Lillian Weber tem uma missão e nem pensa em parar seu trabalho voluntário.

Todos os dias ela faz um vestido para uma criança, que ela nunca vai conhecer.

Eles são recolhidos e enviados para meninas da África, por um grupo cristão chamado Pequenos vestidos para a África.

Nos últimos dois anos ela fez mais de oitocentos e quarenta vestidos, e planeja fazer mais de cento e cinquenta até dia seis de maio de 2015.

Nesse dia, Lillian vai completar cem anos de idade e será seu milésimo vestido.

É apenas uma daquelas coisas que você aprende como fazer e desfrutar, diz ela.

Lillian costura na Fazenda onde mora, em Scott County, Minnesota, Estados Unidos.

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Não nasci em berço espírita, entrei para a Doutrina Espírita pelas portas da dor, num momento de grandes questionamentos íntimos, quando me perguntava o motivo de minha existência.

Recém casado, feliz no casamento, bem amparado materialmente, tinha um bom emprego, onde era respeitado e valorizado pelo trabalho que exercia, mas aquilo não me bastava.

Eu acreditava que a vida era mais do que conforto material, mas não sabia onde buscar as respostas para meus questionamentos.

Me foi colocado nas mãos, O Livro dos Espíritos, o primeiro livro espírita que li.

Encontrei neste livro respostas para muitos questionamentos, porém, o conforto material e as facilidades da vida que eu levava falaram mais alto e desisti de minha busca, pois o aprendizado adquirido me levaria para um caminho de mudanças e renúncias que eu ainda não estava disposto a trilhar.

Tempos depois um problema de saúde me levaria a procurar ajuda numa Casa Espírita.

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Entrar no Instituto de Oncologia Pediátrica (Hospital do Câncer Infantil do GRAACC) hoje é fácil. Na primeira vez com o meu filho não foi. Eu já havia ido lá para tratar de uma parceria profissional e tinha achado o lugar meio encantado. Sabe aquela poesia que a gente enxerga quando lida com um problema que não é nosso? Crianças valentes, esperança e muita cor – isso era tudo o que eu via.

No dia em que levei meu filho para a primeira consulta tudo estava diferente. Não lembro de cor e também não lembro de esperança. Quando entrei na porta senti que meus pés já não tocavam o chão. Crianças carecas, amarelas, algumas chorosas, mães cansadas e muito, mas muito mais gente do que eu gostaria de ver. O lugar estava lotado. Pra todos os lados que eu olhava eu via a criança na qual eu não queria que meu filho se transformasse. Por que eu tinha que ir parar ali? Eu queria ir embora. Dei meu nome, fiz o cadastro, resignada. Pronto, agora meu filho tinha um prontuário “naquele lugar”.

Mantive distância de outros pacientes, ainda sem aceitar a situação. Eu observava. 

Uma adolescente bem magra vomitava muito na cadeira da quimioterapia e brigava com a mãe como se ela fosse a responsável por sua doença. Pobre mãe, eu pensei – ainda tentando me sentir falsamente distante daquele mundo “triste”. A realidade desabou na minha cabeça quando cheguei na porta da sala onde o Lorenzo seria tratado. Crianças com retinoblastoma. Várias. Sequelas. Várias. Me sentia em um inferno. Eu não queria estar ali. Eu não queria que meu filho estivesse ali. Olhei pra ele e vi aquele jeitinho inocente. Tontura. Me encostei na parede e baixei a cabeça. Lágrimas, muitas lágrimas caíram, mas procurei disfarçar para não chatear as mães das outras crianças.

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Quando a minha filha mais nova nasceu eu tive de me refazer.

Quando um filho nasce, também nasce – de novo se preciso – uma mãe.

A gente renasce sempre, infelizes aqueles que não se fazem e refazem a cada novo evento, a cada novo dia. Não tem nada pior do que o mesmo do mesmo. Nós e nossas certezas...  

Belo aprendizado eu tive. Me achava o máximo da tolerância, preconceito é coisa de gente ignorante, de quem não tem humanidade, eu pensava. Mas quando a sombra da deficiência da minha filha começou a me meter medo, o pavor veio de onde? Eu estava realmente apavorada e era por medo da rejeição.

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Dona Aparecida Conceição Ferreira, nascida na cidade de Igarapava, S.P. dedicou 40 anos de sua vida aos portadores do Fogo selvagem, veio de família pobre e não se intimou quando teve que deixa-lá de lado para cuidar dos doentes.

Construído pela Sra. Aparecida Conceição Ferreira com dinheiro de esmolas, sem nenhuma ajuda do governo, o Hospital passa por sérias dificuldades: os salários não são pagos desde janeiro e a dívida já chega a R$55.000,00.

O Lar da Caridade, também chamado de Hospital do Fogo Selvagem, ou Hospital do Pênfigo já chegou a atender 300 pessoas; hoje, mal consegue atender 20 pacientes.

A Sra Aparecida de 94 anos iniciou seu trabalho com os portadores do Fogo Selvagem ainda jovem, quando, enfermeira em um hospital, se recusou a negar tratamento a portadores dessa doença e os levou para casa, para cuidar deles.

Sem o apoio da família, ela passou a lutar para construir um local onde abrigar aqueles doentes, que eram tratados com desprezo e preconceito pela população uberabense. D. Maria em uma entrevista chega a contar que numa casa onde pediu esmola com seus doentes, a proprietária da casa, passou álcool nas grades do portão onde D. Maria apoiou as mãos.

Sem poder contar com a caridade do povo de Uberaba, D. Maria passou a viajar para São Paulo, onde pedia esmolas para seus doentes.

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Um anjo em minha vida!

Em 2011, tudo o que eu queria era engravidar, ser mãe.

Apesar de ter 20 anos, casada há um ano, queria muito ter um filho.

Quando eu e meu marido resolvemos que queríamos ter um filho, simplesmente deixei acontecer, mas não tomei nenhuma vitamina, e as cartelas da pílula anticoncepcional era uma bagunça.

Finalmente descobri que estava grávida, e este foi o momento mais feliz da minha vida.

Aos 12 semanas de gestação, fiz meu primeiro ultrasson, tendo a companhia de meu marido e de minha mãe. Foi quando descobri que meu bebê tinha uma má formação no cérebro.

Na ocasião, seguimos urgentemente para o consultório de meu ginecologista, desta feita, acompanhada também por meu pai.

Meu médico, com todo carinho me disse que eu precisava ser forte e fazer uma escolha, pois meu bebê não sobreviveria muito tempo, e que eu teria legalmente o direito de fazer o aborto, se assim o desejasse.

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Vania Mugnato de VasconcelosTransmitindo profundos ensinamentos através da Doutrina Espírita.

“Não podemos perder tempo, o Espiritismo é um dos focos de luz deste planeta, há pessoas sedentas de luz precisando de orientação para permanecer na Terra após a transição planetária.”

Com esta bela frase percebemos o amor e dedicação que esta curitibana de 43 anos tem pela Doutrina Espírita.

Vania Mugnato de Vasconcelos é casada há 13 anos com Ricardo Henrique e tem um filho de 10 anos chamado Thiago. Reside atualmente na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, frequenta e colabora no Centro Espírita João Batista.

É Assistente Social pós-graduada em RH, atualmente é esposa, mãe, espírita, estudante e nas horas vagas pratica Capoeira. Vania cursa o 4° semestre da Faculdade de Direito e pretende voltar ao mercado de trabalho quando seu filho entrar na adolescência, já que neste momento de sua vida dedica-se integralmente a sua família.

Vania nasceu em família católica e na infância residia próxima a igreja, seminário e convento, o que lhe causou grande impacto em relação à constante preocupação com a moral e a fé. Embora sua família não fosse particularmente religiosa, lhe ensinou os valores morais e cristãos, apresentando-lhe a Deus.

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VISANDO ENSINAMENTOS EVANGÉLICOS E CRISTÃOS ATRAVÉS DA MÚSICA

Os CDs de Tim e Vanessa compõem um trabalho musical que visa à divulgação cristã, procurando enfocar ensinamentos e passagens do Evangelho, com temas para reflexão sob a ótica da Doutrina Espírita.

Tim começou sua parceria musical com Gladston Lage em 1989, no Grupo Espírita “O Consolador”, compondo uma melodia para o poema “Sê”, participante de um concurso da Mocidade da União Espírita Mineira. Daí em diante os dois continuaram a compor, lançando canções como “Senhor das Estrelas”, “Luzes da Luz”, “Concepção Astral” etc. Com uma bagagem de 14 músicas já conhecidas, em 1999, Tim convidou sua irmã Vanessa para gravar com ele essas canções no CD “Senhor das Estrelas” buscando, com simplicidade, oferecer a um número maior de pessoas as mensagens ali contidas. O resultado foi muito gratificante e a receptividade do público superou as expectativas.

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UMA APRENDIZ DO EVANGELHO DE JESUS

Leontina Laurentino, mais conhecida como Tyléia, é natural e residente da cidade de Mogi Mirim, interior do Estado de São Paulo.

Tyléia tem 61 anos, é professora aposentada e conheceu a Doutrina Espírita há 51 anos, quando ainda católica foi levada pela primeira vez há uma Casa Espírita.

Tyléia é presidente da USE Regional e Vice-presidente da USE Municipal.

Na USE Regional atua como presidente no terceiro exercício de seu terceiro mandato.

Em seu trabalho como presidente da USE Regional, que abrange sete Casas Espíritas, participa das atividades propostas pela Instituição.

É ativa colaboradora na Mocidade Espírita de Mogi Mirim Alcides Hortêncio, onde coordena vários departamentos na Casa, que são: Grupo de Estudos sobre o Passe, Grupo de Desobsessão, Grupo de Orientação Doutrinário e Grupo de Estudos Sistematizados da Doutrina Espírita, e mantém um relacionamento abençoado com todos, onde desenvolvem espírito de igualdade, liberdade e fraternidade consequentemente.

O relacionamento entre todos é permeado por muita disciplina e responsabilidade.

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Divulgando o Evangelho de Jesus através de palestras que iluminam e consolam.

Ministrar Palestras e Seminários têm trazido momentos de alegrias e responsabilidades para esta paulista de 42 anos.

Nos referimos a Claudia Mandato Gelernter, nascida em São Paulo, mas radicada a 27 anos em Vinhedo, interior de São Paulo.

Claudia é casada, mãe de Juliana de 24 anos e Gabriel de 8 anos.

É designer de profissão e atualmente cursa o 8º semestre do Curso de Psicologia.

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