O que é o espiritismo?

Fonte: Letra Espírita - Por: Priscila Gonçalves - Imagem: Pixabay


“Os Espíritos usam roupas?”, é uma pergunta bem pertinente não só aos que começam a estudar a Doutrina Espírita, mas àqueles que já estudam e nutrem um certo conhecimento sobre o assunto.

Começo este artigo lembrando de uma conversa que tive com um amigo a respeito de seus companheiros Espirituais, dentre os quais, um deles se apresenta ao trabalho vestido de motoqueiro, com direito a jaqueta e botas de couro preta, calça rasgada, além de muitos acessórios de couro e tachas, bem Rock N’ Roll mesmo.

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Fonte: Letra Espírita - Imagem: Pixabay - Por: Jackelline Furuuti

Você já deixou de fazer algo por pressentir algum risco eminente?

Já teve uma sensação de que alguma coisa, normalmente ruim estivesse prestes a acontecer?

Você sabia que o pressentimento é um tipo de mediunidade de inspiração?

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Fonte: Letra Espírita - Por: Rafael Fernandes

“O livre-arbítrio é dado ao homem por Deus com o objetivo que viva plenamente o bem, com autonomia e responsabilidade pelos seus atos” (Santo Agostinho).

Determinismo, Livre-arbítrio e o Espiritismo estão unidos por laços estreitos, visto que um oferece ao outro o que lhe falta a mais, isto é, o elemento da sabedoria, de justiça, o direito de ir e vir, de ponderação, da racionalidade e a consciência moral sem o qual a criatura humana corre o risco de permanecer inoperante ou de mergulhar na escuridão da libertinagem.

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Quais as causas do sono de que muitos companheiros se queixam quando participam de uma reunião mediúnica? Como evitá-lo?

Raul Teixeira: - As causas podem ser várias. Desde o cansaço físico, quando o indivíduo que vem de atividades muito intensas e que, ao sentar-se, ao relaxar-se, naturalmente é tomado pelo torpor da sonolência.

Também, pode ser causado pela indiferença, pelo desligamento, quando alguém está num lugar, fisicamente, entretanto, pensando em outro, desejando não estar onde se acha. Compelido por uma circunstância qualquer, a pessoa se desloca mentalmente.

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Fonte: Euripedes Kühl - Por: Euripedes Kühl

Consta das tradições mais antigas que, diante dos fenômenos da Natureza, principalmente os que causavam danos (devastação e mortes coletivas, quase sempre), o homem imaginou, como a única forma de se defender, demonstrar submissão irrestrita aos responsáveis invisíveis (considerados “seres da Natureza”).

Vem daí, diante de praticamente todos os acontecimentos naturais, a criação de deuses, bons e maus, poderosos, todos. Inaugurando de forma rústica a prece, as tribos imploravam proteção a tais divindades, com demonstrações, ora de medo e respeito, ora de amor, não raro com sacrifícios de animais e até de humanos.

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Imagem: Pixabay

Cap. 7 - Retorno a vida Corpórea

II – União da Alma com o Corpo
344. Em que momento a alma se une ao corpo?
— A união começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para tomar determinado corpo a ele se liga por um laço fluídico, que se vai encurtando cada vez mais, até o instante em que a criança vem à luz; o grito que então se escapa de seus lábios anuncia que a criança entrou para o número dos vivos e dos servos de Deus.

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A vida de Chico Xavier