Pais e filhos

Fonte: O Consolador

A criança é um Espírito reencarnado, uma alma que recomeça uma nova existência na carne.

Como ser espiritual, traz toda uma bagagem acumulada ao longo de sua trajetória evolutiva. Seu destino é a perfeição de que é suscetível e, para isso, conta com o tempo necessário, pois seu esforço de aperfeiçoamento não se circunscreve apenas a uma existência terrena.

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A escolha dos pais com os quais o espírito vai encarnar (como filho) acontece justamente porque eles podem oferecer ao espírito a possibilidade de “ativar” determinados complexos de encarnações passadas. Isto significa que a criança terá naquela família as dificuldades e facilidades necessárias para ela cumprir aquilo que foi planejado antes de nascer (missão de vida).

- O retorno do espírito para o corpo é planejado. A família em que ele nascerá será aquela capaz de propiciar o positivo e o negativo que ele precisa para evoluir.

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Se teu irmão cometer alguma falta contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele. Se te ouvir, terás ganho teu irmão. Se não te ouvir, toma contigo uma ou duas outras pessoas para que toda a questão se decida pela palavra de duas ou três testemunhas. (Mateus 18:15-16)

É fácil a convivência entre os membros de uma família? Por mais cristã seja ela, sempre haverá um momento de atrito, que exigirá dessa família ponderação e equilíbrio, a fim de que o clima de paz necessário a uma boa convivência se crie ou se restabeleça.

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São muito comuns os relatos de crianças que vêem espíritos, ou que ouvem espíritos. Isso pode acontecer eventualmente, de vez em quando, mas também pode ser uma coisa frequente, comum, na vida da criança. O chamado “amiguinho imaginário” de algumas crianças muitas vezes é um espírito seu amigo, que vem lhe visitar, lhe fazer companhia, até lhe orientar em alguma coisa.

A mediunidade em crianças é comum. A mediunidade é, antes de mais nada, uma maior sensibilidade da pessoa, a pessoa vai além dos cinco sentidos físicos, ultrapassa a barreira dos sentidos.

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Tem sido estabelecido através da cultura dos tempos, que a infância é o período mais feliz da existência humana, exatamente pela falta de discernimento da criança, e em razão das suas aspirações que não passam de desejos do desconhecido, de necessidades imediatas, de ignorância da realidade.

Os seus divertimentos são legítimos, porque a eles se entrega em totalidade, sem qualquer esforço, graças à imaginação criadora que a transporta para esse mundo subjacente do crer naquilo que lhe parece. Não estando à personalidade ainda formada, não há dissociação entre o que tem existência real e aquilo que somente se fundamenta na experiência mental.

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