Pais e filhos

Fonte: Rede amigo espírita - Imagem: Pixabay

A expectativa que toma conta do período de gestação da mulher é tão especial e admissível que se justifica a frustração ou a amargura que envolve tantos corações, quando constatam que seus rebentos, ansiosamente aguardados, são portadores de deficiência física ou mental ou a conjugação de ambas.

Compreensíveis a dor e a surpresa que se alojam nas consciências e nas almas paternas, ao começarem a pensar nas limitações e conflitos, agonias e enfermidades que acompanharão os seus filhos, marcados, irremediavelmente, para toda uma existência de dependências e limitações.

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Por: Blog Mundo Maior

Embora as mães devam ser lembradas todos os dias, é no segundo domingo de maio que elas são homenageadas no Brasil.

Se tornar mãe é o sonho de muitas mulheres, para outras a gravidez pode acontecer de uma maneira inesperada. O fato é que ser mãe muda a vida de uma mulher, desde a gestação, passando pelo nascimento, desenvolvimento e criação de um filho.

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Fonte: A luz na mente

Estreando mais cedo na prática sexual e estando mais suscetíveis às influências dos adultos, as adolescentes são vítimas das induções psicológicas da sociedade. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, os últimos disponíveis, indicam que 877 mil mulheres que têm hoje entre 20 e 24 anos se “casaram” quando tinham até 15.

Segundo estudo realizado pelo Instituto Promundo entre 2013 e 2015, Maranhão e Pará são os Estados com maior prevalência de “uniões” precoces. O levantamento mostra que as meninas se “casam” e têm o primeiro filho, em média, aos 15 anos. A pesquisa atribui o “casamento” infantil a três causas principais.

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Fonte: Correio espírita - Por: Fátima Moura

Li uma frase do psiquiatra, educador e escritor Içami Tiba, recentemente desencarnado, que diz: “a família é, sempre foi, e continuará sendo o principal núcleo afetivo de qualquer ser humano”.

É na família que se constroem valores, que se aprende sobre convivência, que recebemos as primeiras noções de sociabilidade, sendo os pais os nossos primeiros educadores.

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Fonte: Nascer várias vezes - Por: Regis Mesquita

A escolha dos pais com os quais o espírito vai encarnar (como filho) acontece justamente porque eles podem oferecer ao espírito a possibilidade de “ativar” determinados complexos de encarnações passadas. Isto significa que a criança terá naquela família as dificuldades e facilidades necessárias para ela cumprir aquilo que foi planejado antes de nascer (missão de vida).

– O retorno do espírito para o corpo é planejado. A família em que ele nascerá será aquela capaz de propiciar o positivo e o negativo que ele precisa para evoluir.

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Fonte: Juventude espírita - Autora: Ana Maria

Sabemos que em qualquer caminhada cumpre observar as necessidades que surgem nos momentos não esperados. Qualquer estratégia deve contar com as necessidades históricas, com os imprevistos, para que a mesma obtenha sucesso. Com o Espiritismo não é diferente. Chegamos numa nova fase, com uma nova necessidade e precisamos estar preparados para esse novo contexto.

A fase em que vivemos nos faz refletir sobre um questionamento importante: Assistencialismo ou Educação: qual atende melhor à proposta do Espiritismo? A resposta parece óbvia, mas a ação nem sempre o é.

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A vida de Chico Xavier