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Gente que faz e Acontece

Sexta, 21 Novembro 2014 19:11

A vida ensina

Eu sou Wesley Marlon Eto Willi e gostaria da compartilhar um pouco da minha experiência de vida!

Tudo começou quando me tiraram da minha mãe... Desse dia em diante eu sabia que minha vida não seria a mesma, pois eu sabia que iria viver em um lugar estranho sem ela.

Quando caiu a ficha da minha irmã mais velha, que nós nunca mais iríamos ter a mesma vida que tínhamos com nossa mãe, ela jurou que não iria deixar nada de ruim acontecer com a gente, que nunca iríamos nos separar!

Durante quatro anos eu acreditei nisso, até que minha irmã mais nova foi adotada.

Desse momento em diante eu percebi que nunca iríamos viver juntos como uma família pois um dia iríamos no separar. Mas sabíamos que sempre seriamos irmãos, independentemente do que acontecesse com a gente.

Domingo, 12 Outubro 2014 15:13

Cem anos e mil vestidos

A senhora Lillian Weber tem uma missão e nem pensa em parar seu trabalho voluntário.

Todos os dias ela faz um vestido para uma criança, que ela nunca vai conhecer.

Eles são recolhidos e enviados para meninas da África, por um grupo cristão chamado Pequenos vestidos para a África.

Nos últimos dois anos ela fez mais de oitocentos e quarenta vestidos, e planeja fazer mais de cento e cinquenta até dia seis de maio de 2015.

Nesse dia, Lillian vai completar cem anos de idade e será seu milésimo vestido.

É apenas uma daquelas coisas que você aprende como fazer e desfrutar, diz ela.

Lillian costura na Fazenda onde mora, em Scott County, Minnesota, Estados Unidos.

Domingo, 02 Fevereiro 2014 16:37

Depoimento - Renascendo das cinzas

Não nasci em berço espírita, entrei para a Doutrina Espírita pelas portas da dor, num momento de grandes questionamentos íntimos, quando me perguntava o motivo de minha existência.

Recém casado, feliz no casamento, bem amparado materialmente, tinha um bom emprego, onde era respeitado e valorizado pelo trabalho que exercia, mas aquilo não me bastava.

Eu acreditava que a vida era mais do que conforto material, mas não sabia onde buscar as respostas para meus questionamentos.

Me foi colocado nas mãos, O Livro dos Espíritos, o primeiro livro espírita que li.

Encontrei neste livro respostas para muitos questionamentos, porém, o conforto material e as facilidades da vida que eu levava falaram mais alto e desisti de minha busca, pois o aprendizado adquirido me levaria para um caminho de mudanças e renúncias que eu ainda não estava disposto a trilhar.

Tempos depois um problema de saúde me levaria a procurar ajuda numa Casa Espírita.

Sábado, 26 Outubro 2013 01:25

O que estou fazendo aqui?

Entrar no Instituto de Oncologia Pediátrica (Hospital do Câncer Infantil do GRAACC) hoje é fácil. Na primeira vez com o meu filho não foi. Eu já havia ido lá para tratar de uma parceria profissional e tinha achado o lugar meio encantado. Sabe aquela poesia que a gente enxerga quando lida com um problema que não é nosso? Crianças valentes, esperança e muita cor – isso era tudo o que eu via.

No dia em que levei meu filho para a primeira consulta tudo estava diferente. Não lembro de cor e também não lembro de esperança. Quando entrei na porta senti que meus pés já não tocavam o chão. Crianças carecas, amarelas, algumas chorosas, mães cansadas e muito, mas muito mais gente do que eu gostaria de ver. O lugar estava lotado. Pra todos os lados que eu olhava eu via a criança na qual eu não queria que meu filho se transformasse. Por que eu tinha que ir parar ali? Eu queria ir embora. Dei meu nome, fiz o cadastro, resignada. Pronto, agora meu filho tinha um prontuário “naquele lugar”.

Mantive distância de outros pacientes, ainda sem aceitar a situação. Eu observava. 

Uma adolescente bem magra vomitava muito na cadeira da quimioterapia e brigava com a mãe como se ela fosse a responsável por sua doença. Pobre mãe, eu pensei – ainda tentando me sentir falsamente distante daquele mundo “triste”. A realidade desabou na minha cabeça quando cheguei na porta da sala onde o Lorenzo seria tratado. Crianças com retinoblastoma. Várias. Sequelas. Várias. Me sentia em um inferno. Eu não queria estar ali. Eu não queria que meu filho estivesse ali. Olhei pra ele e vi aquele jeitinho inocente. Tontura. Me encostei na parede e baixei a cabeça. Lágrimas, muitas lágrimas caíram, mas procurei disfarçar para não chatear as mães das outras crianças.

Quando a minha filha mais nova nasceu eu tive de me refazer.

Quando um filho nasce, também nasce – de novo se preciso – uma mãe.

A gente renasce sempre, infelizes aqueles que não se fazem e refazem a cada novo evento, a cada novo dia. Não tem nada pior do que o mesmo do mesmo. Nós e nossas certezas...  

Belo aprendizado eu tive. Me achava o máximo da tolerância, preconceito é coisa de gente ignorante, de quem não tem humanidade, eu pensava. Mas quando a sombra da deficiência da minha filha começou a me meter medo, o pavor veio de onde? Eu estava realmente apavorada e era por medo da rejeição.

Quarta, 18 Janeiro 2012 15:35

Uma história de amor construída pelo bem


Dona Aparecida Conceição Ferreira, nascida na cidade de Igarapava, S.P. dedicou 40 anos de sua vida aos portadores do Fogo selvagem, veio de família pobre e não se intimou quando teve que deixa-lá de lado para cuidar dos doentes.

Construído pela Sra. Aparecida Conceição Ferreira com dinheiro de esmolas, sem nenhuma ajuda do governo, o Hospital passa por sérias dificuldades: os salários não são pagos desde janeiro e a dívida já chega a R$55.000,00.

O Lar da Caridade, também chamado de Hospital do Fogo Selvagem, ou Hospital do Pênfigo já chegou a atender 300 pessoas; hoje, mal consegue atender 20 pacientes.

A Sra Aparecida de 94 anos iniciou seu trabalho com os portadores do Fogo Selvagem ainda jovem, quando, enfermeira em um hospital, se recusou a negar tratamento a portadores dessa doença e os levou para casa, para cuidar deles.

Sem o apoio da família, ela passou a lutar para construir um local onde abrigar aqueles doentes, que eram tratados com desprezo e preconceito pela população uberabense. D. Maria em uma entrevista chega a contar que numa casa onde pediu esmola com seus doentes, a proprietária da casa, passou álcool nas grades do portão onde D. Maria apoiou as mãos.

Sem poder contar com a caridade do povo de Uberaba, D. Maria passou a viajar para São Paulo, onde pedia esmolas para seus doentes.

A vida de Chico Xavier

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Informativo

  • A melhor religião


    Imagem: Pixabay
    Por: Roosevelt A. Tiago

    Estabelecer critérios competitivos, faz parte da natureza humana em todos os aspectos da vida, sempre comparamos nossa vida e as situações que ela envolve com as das demais pessoas.

    Acostuma-se dizer que política e religião não são passíveis de discussão, entretanto deixar de apresentar nossa opinião sobre os assuntos a nossa volta é tarefa quase impossível.

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  • Ingratidão dos filhos. Como superar?


    Por: Wellington Balbo

    Tema que deixa a todos muito interessados é o que trata do tópico concernente a gratidão, ou seu inverso, a ingratidão.
    Já trabalhei em palestras o tema: “A ingratidão dos filhos, como superar?” e constatei um imenso interesse da plateia em saber mais sobre o assunto.

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  • Carnaval




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    Pexels
    Fonte : Jornal de Jundiaí
    Por: Vania Mugnato de Vasconcelos

    Não é raro ouvir de espíritas e religiosos não espíritas, quão negativo é o ambiente astral durante o Carnaval, fazendo com que alguns destes julguem quem aprecia a grande festa. Afinal, pensam, há abuso de bebidas, drogas, irresponsabilidade no trânsito, desregramentos no uso das forças sexuais e muitas outras, realmente causando repercussões de ordem material, física, moral e, porque não dizer, espirituais.

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  • Os Espíritos usam roupas?


    Imagem: Pixabay
    Fonte : Letra Espírita
    Por: Priscila Gonçalves

    “Os Espíritos usam roupas?”, é uma pergunta bem pertinente não só aos que começam a estudar a Doutrina Espírita, mas àqueles que já estudam e nutrem um certo conhecimento sobre o assunto.

    Começo este artigo lembrando de uma conversa que tive com um amigo a respeito de seus companheiros Espirituais, dentre os quais, um deles se apresenta ao trabalho vestido de motoqueiro, com direito a jaqueta e botas de couro preta, calça rasgada, além de muitos acessórios de couro e tachas, bem Rock N’ Roll mesmo.

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  • Coronavírus: A lição das epidemias

     


    Imagem: Pixabay
    Fonte : CORREIO.NEWS
    Por: Eliana Haddad

    Iniciamos este ano com a notícia de uma epidemia causada pelo coronavírus, um grupo de vírus já conhecido desde 1960 e que provoca doenças que vão de infecções leves a moderadas até as mais graves, como a pneumonia, e que podem levar à morte.

    O vírus foi detectado inicialmente na China, em Wuran. Seu período de incubação é de 2 a 14 dias e apresenta como principais sintomas coriza, dor de garganta, febre, tosse e falta de ar. A transmissão acontece por meio de tosse ou espirro; contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão; e contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

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